Ucrânia e Rússia fazem maior troca de prisioneiros desde o início da guerra

A Ucrânia conseguiu repatriar 144 soldados em troca de 144 militares russos. É a maior troca de prisioneiros entre os dois países, desde o início da guerra.

Zelenskyy e a Rússia confirmaram a operação. Os soldados ucranianos já estão em terreno seguro depois de semanas em cativeiro. Chegar, contam, não foi fácil.

"Em toda a viagem, pensava que a operação iria falhar e nós voltaríamos ao cativeiro."

Artur Lipka, soldado ucraniano, diz que durante a viagem "foi muito difícil conduzir", porque temia que a operação falhasse. "(...) Em toda a viagem, pensava que a operação iria falhar e nós voltaríamos ao cativeiro.", testemunha.

De acordo com os serviços secretos da Ucrânia, neste grupo estão incluídos dezenas dos sobreviventes da fábrica Azovstal, em Mariupol. Muitos com ferimentos graves, como pernas amputadas e queimaduras. Os soldados estão a receber cuidados médicos.

Prédio residencial atingido por míssil russo

Durante esta operação, no sul da Ucrânia, pelo menos quatro pessoas morreram e cinco ficaram feridas depois de um míssil atingir um prédio residencial na cidade de Mykolaiv.

O prédio de quatro andares ficou parcialmente destruído. Moscovo admitiu o ataque mas justificou que o míssil tinha como objetivo destruir uma base de treino de "mercenários estrangeiros".

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