UFRJ inicia obras para recuperar fachadas e telhados do Museu Nacional, destruído em incêndio

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) realiza uma cerimônia nesta sexta-feira para marcar o início das obras de recuperação nas fachadas e nos telhados do Museu Nacional, que sofreu um incêndio em 2018. O evento, que acontecerá no Paço de São Cristóvão, deve contar com a presença do prefeito Eduardo Paes e de representantes de governos associações internacionais.

A obra ficará sob a responsabilidade da Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN). A iniciativa faz parte do “Projeto Museu Nacional Vive”, resultado de uma cooperação técnica entre a UFRJ, UNESCO e o Instituto Cultural Vale.

A reabertura do Palácio de São Cristóvão está prevista para 2026. Apesar das dificuldades orçamentárias, agravadas também pela inflação dos preços dos metais usados em obras, a expectativa é que o centenário do museu, em 2022, tenha comemorações já em espaços externos do museu com a presença do público.

Desde 2018, o Museu Nacional recebeu pelo menos R$ 244,8 milhões em doações do Bradesco, do BNDES e da Vale — os três principais doadores privados, via Lei Rouanet —, além do MEC, que aportou cerca de R$ 18 milhões para intervenções emergenciais logo após o incêndio, da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e de emendas parlamentares. Em setembro deste ano, contudo, a UFRJ ainda não tinha angariado os recursos necessários para a recuperação de todo o museu, estimados em R$ 380 milhões.

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