Um abraço que estava guardado há muito tempo

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RIO — Disseminar afeto e arte, de que tanto precisamos neste momento, é a proposta do Primeiro Abraço, projeto do teatro Solar de Botafogo que estreia quinta-feira, às 21h. A proposta, criada pelo ator e produtor Leonardo Franco, dono do Solar, por sua mulher, Maria Griffith, e pelo diretor Geraldinho Magalhães, é reunir artistas de estilos variados para criar obras e releituras inéditas.

No début, o cantor e compositor paraense Manoel Cordeiro se une ao trompetista carioca Marlon Sette no show “Tacacá com mocotó”. Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) e estão à venda no Sympla.

— Este é um projeto bonito, carinhoso, que nasceu em junho do ano passado. Diante das incertezas da pandemia, Geraldinho me ligou questionando o que poderíamos fazer para resistir — lembra Franco.

Desde então, ele fez quase 90 lives no Instagram, com nomes como Davi Moraes, Zé Renato e Charles Gavin:

— Contei com a generosidade de artistas tão talentosos para manter o nome do teatro circulando.

Franco diz que o espaço, referência nas artes cênicas e na música, ter sobrevivido à pandemia é motivo de muita alegria:

— O Solar é um sonho realizado há 15 anos. Ele ter se mantido vivo é resultado de um esforço emocional e financeiro imenso. Estou extremamente feliz.

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