União Brasil anuncia senadora Soraya Thronicke como pré-candidata à Presidência

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SÃO PAULO, SP, 02.08.2022 - ELEIÇÕES-SP: A senadora Soraya Thronicke (União Brasil) participa, ao lado do deputado Luciano Bivar e de outros dirigentes do partido, de entrevista coletiva na sede do diretório da sigla, em São Paulo, na tarde desta terça-feira. A senadora foi anunciada como pré candidata à Presidência da República, depois da recente desistência de Bivar. (Foto: Ronny Santos/Folhapress)
SÃO PAULO, SP, 02.08.2022 - ELEIÇÕES-SP: A senadora Soraya Thronicke (União Brasil) participa, ao lado do deputado Luciano Bivar e de outros dirigentes do partido, de entrevista coletiva na sede do diretório da sigla, em São Paulo, na tarde desta terça-feira. A senadora foi anunciada como pré candidata à Presidência da República, depois da recente desistência de Bivar. (Foto: Ronny Santos/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A União Brasil lançou a senadora Soraya Thronicke como pré-candidata da legenda à Presidência da República.

O anúncio foi feito pelo presidente da agremiação, o deputado federal Luciano Bivar, na tarde desta terça-feira (2), em evento na cidade de São Paulo.

A decisão ocorre após a desistência de Bivar de concorrer ao Palácio do Planalto. Ele tentará um novo mandato na Câmara dos Deputados. O pernambucano não pontuou na pesquisa Datafolha da semana passada, que mostra o ex-presidente Lula (PT) em primeiro lugar nas intenções de voto, 18 pontos à frente de Jair Bolsonaro (PL).

O nome de Soraya, que é senadora pelo Mato Grosso do Sul, ainda precisa ser oficializado na convenção nacional da União Brasil, marcada para a sexta-feira (5). Eleita na onda bolsonarista de 2018, Soraya está no meio do mandato no Senado Federal e tem mais quatro anos pela frente.

O partido de Bivar detém a maior fatia de fundo eleitoral e o maior tempo de propaganda de rádio e televisão. Isso levou a campanha presidencial de Lula a buscar o apoio da legenda. Para aliados do petista, conseguir mais espaço na TV traria um impacto importante para a campanha petista e aumentaria as chances de uma definição ainda no primeiro turno.

A hipótese de a União Brasil apoiar Lula no primeiro turno, porém, é considerada remota por integrantes da cúpula do partido.

A agremiação foi formada a partir da fusão do PSL --antiga sigla de Bolsonaro-- com o DEM. A ala do DEM se opõe a uma aliança com Lula e argumenta que o bloco de Bivar não tem força nacionalmente para impor um acordo com o PT.

Na esfera estadual paulista, a União Brasil e o MDB reivindicam o posto de vice-governador na chapa de Rodrigo Garcia (PSDB), deixando em segundo plano uma possível candidatura ao Senado. Mas dirigentes da legenda dizem que, caso Rodrigo não dê ao partido a possibilidade de indicar o candidato a vice, a legenda poderia apoiar Fernando Haddad (PT) no estado.

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