Unida a Mélenchon, esquerda inicia campanha para eleições legislativas na França

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No dia da posse de Emmanuel Macron para o seu segundo mandato na presidência da França, neste sábado (7) foi dada a largada para as eleições legislativas no país. Em junho, a votação determinará se o presidente terá maioria no Parlamento para conseguir implementar seu programa de governo.

No total, 577 deputados serão escolhidos nas urnas em dois turnos, nos dias 12 e 19 de junho, no que é considerado o prolongamento da eleição presidencial. Em um evento em Aubervilliers, na periferia de Paris, o líder da esquerda radical Jean-Luc Mélenchon discursou na posição de principal nome da esquerda, depois que o seu partido, França Insubmissa, conseguiu fechar um acordo inédito com os socialistas, os ecologistas e os comunistas, nesta semana.

Os “insubmissos" celebraram "uma página da história" durante a convenção que marcou o nascimento da "Nova União Ecológica e Social popular" (Nupes). Durante o evento, o logotipo da aliança foi revelado: um "V" vermelho, verde, roxo e rosa que significa vitória, mas também é a letra grega "NU".

"Esta é a primeira vez em 25 anos que se chega a um acordo geral entre as forças tradicionais da esquerda, os ambientalistas e os mais jovens, os insubmissos", disse Mélenchon, que no primeiro turno da eleição presidencial obteve o resultado excepcional de quase 22% dos votos, no terceiro lugar. O restante da esquerda teve votações insignificantes.

Após negociações tensas, o República em Marcha, o MoDem, de François Bayrou, e o novo partido Horizontes, fundado pelo ex-premiê Edouard Philippe, estão enfrentando as eleições legislativas "Juntos!" – nome escolhido para a campanha da coligação.


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