United Airlines diz que 3 mil funcionários testaram positivo para Covid-19

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United Airlines foi a primeira companhia aérea dos EUA a exigir vacinas para funcionários
United Airlines foi a primeira companhia aérea dos EUA a exigir vacinas para funcionários (Getty Images)
  • Por estarem todos vacinados, não houve nenhuma morte ou internação

  • United foi a primeira companhia aérea dos EUA a exigir vacinas para seus funcionários

  • Cerca de 200 funcionários não cumpriram o mandato da United e foram demitidos

De acordo com o CEO da United Airlines, Scott Kirby, cerca de 3 mil funcionários que testaram positivo para COVID-19. Mas, por estarem todos vacinados, não houve nenhuma morte ou internação. É importante lembrar que a United, com sede em Chicago, foi a primeira companhia aérea dos EUA a exigir vacinas para seus funcionários, para facilitar as operações de viagens e voos. Isso porque, desde o início do aumento nos casos de Ômicron e do clima de inverno, milhares de voos foram alterados e/ou cancelados.

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Política de vacinas

“Desde que nossa política de vacinas entrou em vigor, a taxa de hospitalização entre nossos funcionários foi 100 vezes menor do que a população geral nos EUA”, disse Kirby em comunicado à imprensa na última terça-feira (11). Antes que tais requisitos de vacinação fossem implementados, “tragicamente, mais de um funcionário da United, em média por semana, estava morrendo de Covid”, continuou. “Mas agora passamos oito semanas seguidas com zero mortes entre nossos funcionários vacinados". A experiência anterior da United e os dados de Covid em todo o país sugerem que “há aproximadamente 8 a 10 funcionários da United que estão vivos hoje por causa de nossa exigência de vacina”, acrescentou.

"Fizemos por segurança"

No mês passado, o CEO defendeu a decisão do mandato de vacina da companhia aérea diante das críticas republicanas. “Fizemos isso por segurança”, disse Kirby em uma audiência no Senado dos EUA. Ainda assim, cerca de 200 funcionários não cumpriram o mandato da United e foram demitidos - seis pilotos foram demitidos e 80 colocados em licença não remunerada. Scott ainda falou que a companhia aérea está “reduzindo os horários de curto prazo para garantir que tenham funcionários e recursos para cuidar dos clientes”. A rival American Airlines, por sua vez, disse na sexta-feira que mais de 96% de seus funcionários apresentaram comprovante de vacinação contra COVID-19 ou solicitação de acomodação.

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