Vôlei de praia: Alison e Álvaro encerram dupla após disputa da Olimpíada de Tóquio

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A dupla Alison e Álvaro, do vôlei de praia, anunciou nesta terça-feira o encerramento da parceria. Juntos desde maio de 2019, os brasileiros terminaram a Olimpíada de Tóquio na quinta colocação, após caírem nas quartas para a dupla da Letônia Plavins e Tocs.

Em comunicado, os atletas trocaram elogios e ressaltaram a amizade e o respeito.

– O vôlei de praia se acostumou a ver duplas acabarem por brigas, por desgastes pessoais. Eu só posso agradecer ao Alvinho pelo tempo que jogamos juntos, por ter acreditado no projeto e pela oportunidade de disputarmos as Olimpíadas. Agora seremos rivais, mas apenas isso. Alvinho não é apenas um grande jogador, mas também um grande homem, um grande profissional, criamos uma amizade muito forte, uma relação de respeito e isso vai permanecer – afirmou Alison.

Alison e Álvaro ficaram em quarto no ranking mundial de 2020. Juntos, conquistaram títulos como os das etapas de Kuala Lumpur (Malásia) e Espinho (Portugal), além dos vice-campeonatos dos torneios de Viena (Áustria) e Moscou (Rússia) no Circuito Mundial 2019. Na etapa de Cancún, em 2021, ficaram com o bronze.

– Aprendi muito ao lado do Alison, foi um período de muitos aprendizados e uma experiência única, especial, que foi disputar as Olimpíadas. Tivemos muitas alegrias, formamos uma dupla forte, comprometida, e saio para novos desafios como um jogador diferente, mais experiente e maduro. Quero agradecer também à toda a equipe pela forma como me acolheram e por tudo que fizemos juntos. Durante esse tempo juntos, eu e Alison construímos uma amizade sólida, vivemos muitos momentos juntos, e o mais importante é o respeito que temos um pelo outro – comentou Álvaro Filho.

Alison e Álvaro foram a terceira das quatro duplas brasileiras que disputaram o torneio no vôlei de praia a anunciar o encerramento da parceria. Ana Patricia e Rebecca e Evandro e Bruno já haviam tornado público que tomariam caminhos opostos ao longo da última semana.

Com um curto ciclo olímpico à frente até Paris-2024, haverá a tradicional "dança das cadeiras" na modalidade, com a formação de novas parcerias. Em Tóquio, o Brasil terminou sem medalha pela primeira vez na história da modalidade em Jogos Olímpicos.

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