Vacinação infantil: Doses estocadas de Coronavac podem acelerar imunização

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Atualmente, apenas a Pfizer tem autorização para ser aplicada em crianças no Brasil (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)
Atualmente, apenas a Pfizer tem autorização para ser aplicada em crianças no Brasil (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)
  • Vacinação infantil: Doses estocadas de Coronavac podem acelerar imunização

  • Anvisa avalia nesta quinta-feira (20) se a vacina do Instituto Butantan poderá ser aplicada em crianças

  • Além da reserva federal, Estados também possuem doses estocadas

Caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorize o uso da Coronavac no Brasil, a imunização de crianças de 5 a 11 anos terá um reforço de doses já que o estoque federal da vacina é de 5,5 milhões de doses. A informação é do portal Poder 360.

Ao contrário da Pfizer, que é a que possui aval hoje para ser aplicada nesta faixa etária, a Coronavac para as crianças é a mesma utilizada para os adultos.

Além da reserva federal, os Estados também possuem estoque do imunizante do Instituto Butantan e o Ministério da Saúde já solicitou aos governos estaduais informações sobre aquelas que estão disponíveis.

Ainda de acordo com a reportagem, o país precisa de 45 milhões de doses para imunizar todas as crianças de 5 a 11 anos, já contabilizada neste cálculo a reserva técnica.

Em relação às vacinas da Pfizer, o governo adquiriu 30 milhões de doses e necessita de mais 15 milhões. Esta é a quantidade exata que o Instituto Butantan possui disponível neste momento.

A Anvisa vai decidir nesta quinta-feira (20) sobre o pedido do Instituto Butantan para o uso emergencial da Coronavac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos de idade em reunião da Diretoria Colegiada.

Ontem (19), os diretores da entidade também se reuniram, mas decidiram adiar a análise sobre a utilização de autotestes de covid-19 no país.

A relatora do pedido de liberação, diretora Cristiane Jourdan, se manifestou favoravelmente à autorização, mas os demais colegas avaliaram que é necessário solicitar que o Ministério da Saúde inclua a autotestagem como uma política pública permanente para, então, a Anvisa avaliar o tema novamente.

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