Vacinação infantil na cidade de SP contra a covid deve começar na próxima segunda

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Vacinação infatil na capital paulista seguirá o critério de idade e crianças de 11 anos serão imunizadas primeiro
Vacinação infatil na capital paulista seguirá o critério de idade e crianças de 11 anos serão imunizadas primeiro (Foto: Getty Images)
  • Vacinação infantil na cidade de São Paulo começará na segunda-feira (17)

  • Primeiros vacinados serão indígenas e crianças de 11 anos, independente de terem comorbidades ou deficiência

  • Estado de São Paulo receberá cerca de 240 mil doses na sexta-feira (14)

A cidade de São Paulo prevê começar a vacinação infantil contra a covid-19 na próxima segunda-feira (17). A declaração foi dada pelo secretário de Saúde do município, Edson Aparecido, em entrevista à Rádio Eldorado.

As primeiras doses pediátricas chegaram ao Brasil nesta quinta-feira (13) e, na sexta (14), serão distribuídas aos estados. No total, o país recebeu 1,2 milhão de doses e 20% ficarão com o estado de São Paulo, ou seja, cerca de 240 mil doses.

Com o baixo contingente, o estado estabeleceu que a prioridade será vacinar crianças de 5 a 11 anos indígenas, quilombolas, com deficiência e com comorbidades.

Segundo Edson Aparecido, a capital ainda não sabe quantas doses receberá – mas a orientação será diferente da repassada pelo estado. O secretário afirmou que no dia 17, serão vacinadas as crianças de 11 anos, sem distinção de terem ou não comorbidades ou deficiências.

Crianças que vivem em aldeias indígenas serão priorizadas. Mas, de acordo com Edson Aparecido, o planejamento depende do número de doses disponíveis.

Volta às aulas

Edson Aparecido ressaltou que a vacinação contra a covid-19 é especialmente importante com a proximidade do retorno às aulas, no início de fevereiro. Até lá, as crianças não estarão totalmente imunizadas, já que o intervalo estabelecido entre as doses é de 8 semanas.

O secretário explicou que o passaporte sanitário não será exigido dos alunos, especialmente porque essa medida não seria eficaz o suficiente para frear a ômicron, na avaliação de Edson Aparecido. “Teríamos que eventualmente adicionar a testagem [antes das aulas], mas sabemos que há uma falta de testes no país”.

Segundo Aparecido, é importante manter o distanciamento entre os alunos, a ventilação de espaços, além de avançar rapidamente na vacinação das crianças.

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