Valdemar Costa Neto, presidente do PL, deverá indenizar estado por mineração em área protegida

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Uma área equivalente a 28 campos de futebol às margens do Rio Tietê, em Biritiba-Mirim (SP), cidade localizada a 80 quilômetros da capital paulista, teve a vegetação devastada e a terra revirada em busca de minérios por mais de uma década. A exploração, segundo ambientalistas, prejudicou agricultores locais e pode ter contribuído para a poluição das águas do rio. A empreitada rendeu uma condenação a Valdemar Costa Neto, presidente do PL, sigla do presidente Jair Bolsonaro — e a sentença foi confirmada em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) em setembro do ano passado. Procurado, o dirigente partidário não quis comentar e não respondeu se vai recorrer novamente.

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No recurso apresentado ao TJ-SP, o presidente do PL alegou que não tinha responsabilidade pelo dano ambiental, pois deixou de integrar o quadro societário da empresa em 2008. Naquele ano, ele respondia pela ação penal do mensalão e se desfez de boa parte do patrimônio, incluindo a sua mineradora, a VCN Ltda, adquirida por três empresários que mudaram o nome da firma para JCO Mineração.

Na reportagem exclusiva para assinantes, veja mais detalhes da justificativa apresentada pelo dirigente político à Justiça e do parecer proferido pelo desembargador ao negar o recurso ao político. A matéria traz ainda mais informações sobre a área desmatada e a análise de ambientalistas sobre o dano causado.

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