'Vamos mostrar que ainda há alegria', diz Érika Januza, rainha de bateria da Viradouro

·1 min de leitura

RIO — A Viradouro entrou na Sapucaí para contar a história da pandemia. Mas a que aconteceu em 1919 e também chegou a parar o carnaval na época. O recado na Avenida era de superaçãp da crise, e ninguém melhor do que Érika Januza para expressar esse momento de alegria. Em sua estreia na Avenida como rainha à frente da bateria da escola, Érika estava vestida com uma peruca que ia até os quadris e uma fantasia de 12kg. Diante de ritmistas trajados de caveirinha, depois da Gripe Espanhola, Érika comemorou.

— Todo mundo estava com saudade do carnaval, acho que vai ser um enredo que todo mundo vai cantar emocionado. Também estou emocionadíssima, minha primeira experiência realizando esse sonho de ser rainha de bateria com a Viradouro. Me sinto muito agraciada, vou entrar na avenida com muita gratidão. Todo mundo está nessa energia de gratidão por termos conseguido vencer tudo isso e estar aqui hoje. É muito bom ver essa Sapucaí cheia de novo — relata.

Para ela, o enredo da vermelha e branca de Niterói “representa o nosso renascimento, depois de tudo o que vivemos”:

— Quando a gente achava que tudo era impossível vamos mostrar que ainda há alegria. Não tive nem tempo de ficar nervosa, porque estou tão feliz. Matar essa saudade depois de dois anos de molho. Carnaval movimenta a economia, alimenta famílias, é a nossa cultura, representa o Brasil de uma forma incrível, tínhamos que voltar logo para cá — diz a rainha, garantindo que é pé quente: — Estou confiante no bicampeonato.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos