Vasco x Brusque: Partida é chance de cruz-maltino fincar raízes no G4 da Série B

São tantas emoções, já diria o vascaíno Roberto Carlos. O cruz-maltino se divide entre a esperança de ver o time cravar sua bandeira no G4 da Série B do Brasileiro e o desenrolar das últimas tratativas com a 777 Partners para a compra da SAF do Vasco. O tempo passa e a transformação se aproxima cada vez mais.

A mudança dentro de campo passa por uma vitória nesta quinta-feira, às 19h, sobre o Brusque, em São Januário. O Vasco entrou no G4 ao vencer o Bahia, se manteve apesar do empate com o Guarani e são mais três pontos conquistados na Colina, mais uma vez lotada, que passa a sensação de que esse período no topo tem condições de ser duradouro. Uma vitória levará a equipe, ao menos temporariamente, ao segundo lugar, atrás apenas do Cruzeiro.

O técnico Zé Ricardo segue sua via-crúcis de fazer o Vasco jogar melhor ofensivamente. Terá o retorno importante, de Nenê, que não jogou contra o Guarani por estar suspenso.

O camisa 10, criticado por parte da torcida, fez falta contra o time de Campinas e deixou a sensação de que, enquanto Palacios não tiver condições físicas de brigar pela vaga de titular, não existe opção melhor que o veterano de quase 41 anos para armar os ataques.

Outro que deve voltar é Yuri Lara, também retornando de suspensão. Por outro lado, Gabriel Dias está suspenso e deve dar lugar a Weverton na lateral direita desta noite.

Juan Arciniegas e Nicolas Maya, da 777 Partners, são aguardados nesta quinta no Rio para realizarem os últimos ajustes no processo de diligência, que antecede a proposta vinculante para a compra da Sociedade Anônima do Futebol que o Vasco deseja criar. A presença deles na partida desta noite não está confirmada.

O que já está definido é que eles vão se encontrar amanhã com a comissão de membros do Conselho Deliberativo criada para avaliar a futura proposta da 777 Partners pela SAF vascaína.

Conselheiros de situação e oposição formam o grupo que terá a tarefa de produzir parecer sobre a venda.

O Conselho Deliberativo não terá autoridade para vetar uma possível venda da SAF para a 777 Partners. Ainda que os conselheiros reprovem o negócio, apenas os associados, em assembleia, terão a prerrogativa de aprovar ou não a criação e venda da empresa para o grupo americano.

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