Veja as áreas mais afetadas pelo bloqueio de R$ 8,2 milhões no orçamento

Jair Bolsonaro (Foto: AP Foto/Eraldo Peres, Archivo)
Jair Bolsonaro (Foto: AP Foto/Eraldo Peres, Archivo)

Levantamento feito a pedido da TV Globo pela IFI (Instituição Fiscal Independente) mostra que os ministérios da Educação, da Ciência e Tecnologia, da Saúde e da Defesa são os mais afetados pelo bloqueio de R$ 8,2 bilhões estabelecido pelo governo federal no orçamento deste ano.

Segundo os dados, o congelamento de verbas nas quatro pastas somadas chega a R$ 6,4 bilhões —correspondendo a 78% do bloqueio total previsto no decreto publicado na segunda-feira (30).

Além dos orçamentos dos ministérios, a reportagem do portal g1 explica que oram bloqueados R$ 888,3 milhões nas emendas de relator, também conhecidas como "orçamento secreto”. Esse valor corresponde a 10,8% do total congelado pelo decreto.

A seguir, veja o detalhamento dos ministérios afetados pela restrição orçamentaria:

  • Educação: R$ 2 bilhões

  • Ciência, Tecnologia e Inovação: R$ 1,8 bilhões

  • Saúde: R$ 1,6 bilhões

  • Defesa: R$ 1 bilhão

  • Infraestrutura: R$ 455 milhões

  • Agricultura: R$ 277 milhões

  • Cidadania: R$ 257 milhões

  • Relações Exteriores: R$ 187 milhões

  • Comunicações: R$ 142 milhões

  • Justiça e Segurança Pública: R$ 141 milhões

  • Minas e Energia: R$ 58 milhões

  • Turismo: R$ 55 milhões

  • Mulher, Família e Direitos Humanos: R$ 23 milhões

Ainda de acordo com o portal g1, dois ministérios tiveram acréscimo de verba, e não bloqueio. São eles: Ministério do Desenvolvimento Regional —recebeu, por meio do decreto, mais R$ 657 milhões para complementar o orçamento do órgão em 2022 — e o Ministério do Trabalho, que teve uma elevação de recursos de R$ 331 mil.

A Presidência da República teve R$ 35 milhões congelados no orçamento, e o Banco Central, R$ 29 milhões.

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