Veja ministérios que sofreram maiores reduções após cortes de Bolsonaro no orçamento

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Bolsonaro aprovou o corte - Foto: REUTERS/Carla Carniel
Bolsonaro aprovou o corte - Foto: REUTERS/Carla Carniel
  • Jair Bolsonaro (PL) aprovou corte no orçamento para 2022

  • As pastas que mais sofreram foram Trabalho e Previdência e Educação

  • Decisão não foi bem recebida pelo funcionalismo público

Os Ministérios do Trabalho e Previdência e da Educação foram os que mais sofreram com os cortes aprovados nesta segunda-feira por Jair Bolsonaro (PL) no orçamento de 2022.

De acordo com informações da Folha de S.Paulo, a pasta comandada por Onyx Lorenzoni sofreu corte de R$ 1 bilhão, sendo R$ 988 milhões no INSS.

Já na Educação, a redução foi de R$ 802,6 milhões. Desses, R$ 499 milhões pertenciam ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Anúncio dos cortes

O presidente Jair Bolsonaro vetou R$ 3,18 bilhões em despesas aprovadas para o orçamento de 2022 pelo Congresso Nacional, mas manteve uma reserva de reajuste a servidores.

Além disso, de acordo com informações do portal G1, o presidente manteve o valor de R$4,9 bilhões para o chamado Fundão Eleitoral, que financia campanhas políticas.

O texto do orçamento sancionado foi divulgado nesta segunda-feira (24), no Diário Oficial da União.

As despesas eram consideradas necessárias para recompor gastos com pessoal, subestimados pelos parlamentares. Mas o corte atingiu R$ 1,82 bilhão em despesas discricionárias, além de R$ 1,36 bilhão em emendas de comissão.

Por outro lado, o presidente manteve uma autorização de despesa de R$ 1,7 bilhão para concessão de reajustes a servidores em esse ano, para contemplar corporações policiais. Outras categorias, porém, também pressionam para receber parte desse valor.

Decisão desagrada funcionalismo público

A decisão, inclusive, gerou reação negativa em diversos setores do funcionalismo público, com direito a ameaças de paralisação e pedidos de correção salarial.

No fim de semana, Bolsonaro já havia indicado o corte menor no orçamento. A Casa Civil já havia antecipado que o valor seria de R$ 3,1 bilhões, o que acabou se confirmando.

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