Veja a mudança na aparência de Ecko, miliciano morto em operação da polícia no Rio

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RIO — Caso alguém tentasse identificar Wellington da Silva Braga, o Ecko, chefe da maior milícia do Rio pelo cartaz no portal "Procurados", teria dificuldades. Comparando a fotografia presente no site com a de Ecko, no momento de sua prisão, na comunidade das Três Pontes, em Paciência, na Zona Oeste do Rio, fica claro como o criminoso procurou mudar a aparência para se esconder de autoridades.

Ecko deixou o cabelo crescer, ganhou peso e passou a adotar bigode, um visual bem diferente do da foto contida no site, dificultando possíveis denúncias sobre o seu paradeiro.

O Disque Denúncia oferecia R$ 10 mil reais para quem desse informações sobre sua aparência. Essa era a recompensa com maior valor existente.

O criminoso, um dos mais procurados do país, foi baleado em operação da Polícia Civil na manhã deste sábado. Ele chegou a ser encaminhado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

A operação foi denominada Dia dos Namorados, por causa da data comemorativa deste sábado. Ao longo de seis meses de investigação, a Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPim) concluiu, com base em informações da inteligência, que este seria o dia ideal para capturá-lo.

Apesar de ser réu em nove processos criminais, Ecko circulava pela cidade escoltado por seguranças, frequentava casas em bairros nobres e dialogava com policiais, traficantes e pistoleiros.

Ele chefia o maior consórcio criminoso do Rio: sua milícia, antes restrita à Zona Oeste, agora está presente em 20 bairros da capital e outros seis municípios da Baixada Fluminense e da Costa Verde.

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