Veja qual a previsão de produção da vacina de Oxford no Brasil

Redação Notícias
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NHS advanced nurse practitioner Edwina Williams holds a phial of the Oxford/Astrazeneca Covid-19 vaccine before it is administered to residents at Belong Crewe care village in Crewe, northwest England on January 14, 2021. - The government has come under increasing pressure to speed up its vaccination programme, and is now reported to be planning a pilot scheme to see if there is demand for late-night jabs. (Photo by Oli SCARFF / AFP) (Photo by OLI SCARFF/AFP via Getty Images)
NHS advanced nurse practitioner Edwina Williams holds a phial of the Oxford/Astrazeneca Covid-19 vaccine before it is administered to residents at Belong Crewe care village in Crewe, northwest England on January 14, 2021. - The government has come under increasing pressure to speed up its vaccination programme, and is now reported to be planning a pilot scheme to see if there is demand for late-night jabs. (Photo by Oli SCARFF / AFP) (Photo by OLI SCARFF/AFP via Getty Images)

No Brasil, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca só deve começar a ser disponibilizada em larga escala depois de março pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ainda não há uma data definida para a chegada do chamado Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), princípio ativo da vacina inglesa.

A Fiocruz tinha a previsão de que o IFA já estivesse disponível no Brasil no último dia 12, mas ainda aguarda informações da AstraZeneca e das autoridades regulatórias da China, que têm protocolos específicos para exportação da carga, para confirmar a chegada dos primeiros insumos para a vacina.

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A partir da chegada do IFA, a fundação espera entregar 100,4 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca ao Ministério da Saúde até julho de 2021.

O governo brasileiro tenta também trazer 2 milhões de doses prontas da vacina da AstraZeneca fabricadas na Índia. Na sexta-feira, um avião fretado estava pronto para buscar o imunizante, mas o voo teve que ser cancelado porque o governo indiano negou a liberação das doses.

A Índia divulgou nesta terça-feira (19) uma lista com os países que serão contemplados com as vacinas da Oxford/AstraZeneca produzidas pelo instituto indiano Serum, mas o Brasil não está nessa relação.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que estão em curso negociações diplomáticas e que espera que as vacinas cheguem ainda nesta semana.

Já o Instituto Butantan, além das 6 milhões de doses da Coronavac já distribuídas para todo o país, tem apenas mais 4 milhões de doses prontas para distribuição, e que ainda vão ser aprovadas pela Anvisa para poder ser disponibilizadas aos estados. O Butantan também aguarda a chegada do IFA para produzir mais doses da Coronavac.