Veja quanto o Corinthians vai lucrar com os dois novos patrocínios

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Somadas todas as propriedades, a camisa do Corinthians só fica atrás de Palmeiras e Flamengo. Foto: Gabriel Machado/NurPhoto via Getty Images
Somadas todas as propriedades, a camisa do Corinthians só fica atrás de Palmeiras e Flamengo. Foto: Gabriel Machado/NurPhoto via Getty Images

Jeep, banco português, R$ 70 milhões por ano, camisa mais valiosa do país… As especulações envolvendo o Corinthians nos últimos dias foram pesadas especialmente diante da expectativa de anúncios preparados para a festa de aniversário, comemorada nesta quarta-feira.

Mas as divulgações dos dois novos parceiros para a camisa do time principal foram bem menos pomposos do que se imaginava. Os Postos Ale herdaram uma propriedade pequena entre o escudo corintiano e o logo da Nike, como o Blog já havia antecipado.

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A grande novidade da noite foi a chegada do Mercado Bitcoin à barra frontal da camisa, em acordo fechado por 16 meses. Embora o Corinthians não confirme, o patrocinador vai bancar cerca de R$ 7,5 milhões pelo período - estima-se R$ 5 milhões no primeiro ano e R$ 2,5 milhões pelos meses restantes.

Ou seja, o marketing do Corinthians acaba de conseguir mais R$ 10 milhões pela camisa, que já conta com outros sete parceiros: Neo Química, BMG, Midea, Positivo, Galera Bet, Cartão de Todos e Guaraná Poty.

Somadas todas as propriedades e a camisa alvinegra só fica atrás de Palmeiras e Flamengo. De qualquer maneira, a receita se aproxima dos R$ 100 milhões por ano com a inclusão do contrato com a Nike, cujo acordo é um dos mais altos do país quando o assunto é fornecimento de material esportivo.

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