Veto de Bolsonaro a absorventes é 'candidatíssimo a ser derrubado', diz Pacheco

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***ARQUIVO***BRASILIA, DF,  06.10.2021 - O presidente Jair Bolsonaro participa de cerimônia de recepção aos atletas olímpicos e paralímpicos que participaram das olimpíadas no Japão, no Palácio do Planalto, em Brasília (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASILIA, DF, 06.10.2021 - O presidente Jair Bolsonaro participa de cerimônia de recepção aos atletas olímpicos e paralímpicos que participaram das olimpíadas no Japão, no Palácio do Planalto, em Brasília (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se uniu à movimentação em curso na sociedade e também reagiu nesta sexta-feira (8) ao veto presidencial à distribuição gratuita de absorventes para estudantes de baixa e renda em mulheres em situação de vulnerabilidade, como moradoras de rua e presidiárias.

Pacheco disse que o veto é "candidatíssimo a ser derrubado".

"Sobre o projeto de lei que prevê o fornecimento de absorventes pelo SUS, pautei no Senado e aprovamos rapidamente porque queríamos transformar essa realidade. São impressionantes as histórias de proteção com papel de jornal e miolo de pão por adolescentes e mulheres carentes", escreveu em redes sociais.

"O Congresso está pronto para contribuir com o governo nas soluções de cunho fiscal, mas considero desde já que esse veto é candidatíssimo a ser derrubado", completou.

O presidente Jair Bolsonaro havia vetado nesta quinta (7) a distribuição gratuita de absorvente, que constava em projeto de lei aprovado no Congresso em setembro.

A proposta institui o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. Todos os artigos que previam a disponibilização de graça do produto de higiene, seu principal foco, foram vetados. Bolsonaro manteve apenas trecho que institui a criação do programa como "estratégia para a promoção da saúde e atenção à higiene", com o objetivo de "combater a precariedade menstrual". O chefe do Executivo também manteve a determinação de campanha informativa sobre saúde menstrual.

O projeto de lei previa como beneficiárias do programa estudantes de baixa renda matriculadas em escolas da rede pública; mulheres em situação de rua ou em situação de vulnerabilidade social extrema; mulheres apreendidas e presidiárias; e mulheres internadas em unidades para cumprimento de medida socioeducativa.

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