'Não somos animais', dizem francesas presas na Síria após deixar

Elas fugiram do grupo Estado Islâmico (EI), que agoniza no leste da Síria, mais por fome do que por arrependimento: Chloé e Chaïma, duas francesas entrevistadas pela AFP, estão dispostas a voltar para seu país, mas sem sacrificar sua interpretação estrita do Islã e para serem julgadas de forma igualitária, não como "animais".

  • Piloto de avião desaparecido teria voado 6 horas com tripulação morta, diz revista
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    Folhapress

    Piloto de avião desaparecido teria voado 6 horas com tripulação morta, diz revista

    Segundo laudo elaborado a pedido da revista The Atlantic, piloto do MH370 voo por seis horas com tribulação morta

  • Ana Carolina e namorada italiana curtem noite em bar no Rio de Janeiro
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    Folhapress

    Ana Carolina e namorada italiana curtem noite em bar no Rio de Janeiro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O namoro das cantoras Ana Carolina, 44, e  Chiara Civello, 44, segue de vento em popa: as duas foram vistas nesta terça-feira (18) num bar da Zona Sul do Rio de Janeiro durante o aniversário da empresária Naná Karabachian. Ana Carolina só se reaproximou de Chiara após romper namoro de quatro anos com a atriz Letícia Lima, 35, no final do ano passado. Durante o namoro, as duas chegaram a fazer planos de terem filho. "Quero ser mãe! Com certeza! Mas não agora. A Ana congelou os óvulos, todo mundo já sabe. Mas não, a gente não está 'colocando no forninho' agora", disse Letícia. Ana Carolina e Chiara Civello voltaram a circular juntas no carnaval, durante o desfile das campeãs na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. As duas chegaram de mãos dadas a um camarote. Questionada se estavam namorando novamente, Ana Carolina fez que sim com a cabeça, riu e disse: "'Estou feliz. Sempre feliz". Antes, as duas já foram vistas trocando beijos no tradicional Baile da Arara, no bairro de Santa Teresa, no Rio. No passado, elas já haviam se relacionado. Em tempo: Ana estreou o show "Foqueira em alto mar", que seguirá em turnê pelo Brasil.

  • A senadores, Moro diz ser vítima de revanchismo por Lava Jato
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    AFP

    A senadores, Moro diz ser vítima de revanchismo por Lava Jato

    O ex-juiz e ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou nesta quarta-feira (19) que a divulgação, por parte do site The Intercept Brasil, da suposta troca de mensagens entre ele e procuradores constitui um ataque "sensacionalista" e um "revanchismo" por causa de seu trabalho e não põe sua imparcialidade à frente da Operação Lava Jato em xeque.

  • 'Legislativo não pode fazer o que fez', diz Bolsonaro sobre mudança em MP
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    Folhapress

    'Legislativo não pode fazer o que fez', diz Bolsonaro sobre mudança em MP

    GUARATINGUETÁ, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou nesta quarta-feira (19) a decisão do Congresso de modificar medida provisória e manter no Ministério da Justiça a atribuição de demarcar terras indígenas no país. Pela manhã, ele editou uma medida provisória que reverte decisão de maio do Legislativo e devolve a tarefa ao Ministério da Agricultura. "O Legistativo não pode fazer o que fez", disse Bolsonaro após evento da Aeronáutica em Guaratinguetá (SP). "A iniciativa de mudar [MP] é privativa nossa." "A questão de reserva indígena quem decide, na ponta da linha, sou eu. Sou eu quem assina o decreto demarcatório e eu não vou assinar nenhuma nova reserva indígena no Brasil." "Nós temos uma área maior que a região Sudeste -Rio, São Paulo e Minas Gerais- como terra indígena", afirmou. "É uma pressão externa, de ONGs de fora do Brasil. E só tem reserva indígena praticamente em área rica, nós queremos integrar o índio à sociedade." Publicada no Diário Oficial, a nova MP, de número 886, assinada por Bolsonaro e pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), estabelece que constituem áreas de competência do Ministério da Agricultura a reforma agrária, a regularização fundiária de áreas rurais, a Amazônia Legal, as terras indígenas e as terras quilombolas. Na sequência, o texto afirma que tais competências incluem "a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos e das terras tradicionalmente ocupadas por indígenas". Até o final do ano passado, 112 terras indígenas aguardavam estudos na Funai (Fundação Nacional do Índio) com o objetivo de demarcação e outras 42 já haviam sido identificadas e delimitadas, aguardando apenas a decisão do governo para sua demarcação -ou do Ministério da Justiça ou do Planalto. Indígenas reivindicam outras cerca de 500 terras como de ocupação tradicional. Na primeira medida provisória que editou no seu governo e que reestruturou a administração pública federal, em janeiro, Bolsonaro havia retirado a demarcação de terras indígenas da alçada da Funai e enviado para a pasta da Agricultura. Foi a primeira vez na história moderna da política indigenista, desde a criação do antigo SPI (Serviço de Proteção ao Índio) em 1910, antecessor da Funai, que o serviço de demarcação foi retirado do órgão indigenista. Com a nova MP desta quarta-feira, que também terá de ser avaliada por Câmara e Senado, Bolsonaro driblou a decisão do Congresso de maio, que fora comemorada como uma vitória por indígenas e pela Frente Parlamentar Indígena, coordenado pela deputada Joênia Wapichana (Rede-AP). Pela votação de maio, a Funai, com todas as suas atribuições originais, havia voltado para a pasta da Justiça, hoje sob o comando do ministro Sergio Moro (Justiça). Ele já disse que não gostaria de ficar com a Funai sob seu comando, mas foi a decisão do Congresso. Na época, a bancada ruralista no Parlamento chegou a emitir uma carta pública para dizer que iria reverter a decisão no plenário, mas acabou derrotada pelos parlamentares. Na semana passada, após pressão do agronegócio, o presidente da Funai, o general do Exército da reserva Franklimberg Ribeiro de Freitas, anunciou sua saída do cargo.  Nesta manhã, Bolsonaro também decidiu transferir a articulação política da Casa Civil para a Secretaria de Governo, que será assumida pelo general Luiz Eduardo Ramos.  Passaram por mudanças Casa Civil, Secretaria de Governo e Secretaria-Geral. A Casa Civil, comandada pelo ministro Onyx Lorenzoni, foi a que mais teve desmembramentos. Pela medida provisória, a pasta perde a função de fazer a análise jurídica de decretos e projetos de lei, o comando da imprensa nacional e a articulação com o Legislativo.  Questionado sobre a mudança, publicada no Diário Oficial, Bolsonaro disse que "a gente mexeu nos quadradinhos debaixo daqueles ministérios", para que "que seja definida melhor a função de cada um". "Nós queremos é cumprir o objetivo." Segundo comunicado oficial divulgado nesta quarta, Onyx Lorenzoni vai ficar encarregado da articulação política até o final da reforma da Previdência. O QUE MUDA COM A MP Reforma agrária e  demarcação de terras indígenas Temporariamente sob o guarda-chuva do Ministério da Justiça (de Sergio Moro), voltam à Agricultura (chefiada por Tereza Cristina). A medida, proposta na reforma administrativa de janeiro, foi derrubada pelo Congresso no fim de maio. Articulação política Antes responsabilidade da Casa Civil, sob Onyx Lorenzoni, passa para a Secretaria de Governo. A pasta será chefiada pelo general Ramos, após a demissão do general Santos Cruz na quinta (13). Imprensa nacional e Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ) Deixam a Casa Civil e passam para a Secretaria-Geral, sob o general Floriano Peixoto. O SAJ  é responsável pela análise jurídica de atos assinados pelo presidente. Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) Sai da Secretaria de Governo e vai para a Casa Civil. Órgão é responsável por elaborar e acompanhar programas de infraestrutura e privatizações.

  • 'Brincadeira', diz dono de Mercedes que arrastou idosa vendedora de balões
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    'Brincadeira', diz dono de Mercedes que arrastou idosa vendedora de balões

    William afirmou à polícia que não percebeu que estava arrastando a idosa, levada pelo braço por 100 metros em Taguatinga

  • Único neto de Paulo Betti e Eliane Giardini morreu com 1 ano, vítima de leucemia
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    Único neto de Paulo Betti e Eliane Giardini morreu com 1 ano, vítima de leucemia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No início dessa semana, morreu Antônio, neto dos atores Paulo Betti, 66, e Eliane Giardini, 66, de apenas 1 ano e sete meses.  Betti e Giardini, que estão no elenco de "Órfãos da Terra" (Globo), foram casados por mais de 20 anos e uma das filhas deles, Mariana Betti, 39, teve um bebê que foi vítima de um câncer infantil. Mariana e o marido Quito Ribeiro publicaram uma foto do dia do nascimento de Antonio, em homenagem ao filho no Instagram. Ele sofria de leucemia mieloide.  "Obrigada, meu filho Antônio", escreveu Mariana na legenda em que lembrava o dia do nascimento de Antonio.  "Viva o Tune", escreveu Paulo Betti, e alguns famosos prosseguiram com comentários, prestando apoio a Mariana. "Obrigada, Antônio. Obrigada, Mari! Obrigada, Quito", postou Maria Ribeiro. "Muita luz de Antônio para nós, Mari querida", declarou declarou Cissa Guimarães.

  • Titi, filha de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, comemora aniversário com famosos
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    Titi, filha de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, comemora aniversário com famosos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A pequena Titi, filha de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank , comemorou seis anos nesta quarta-feira (19) com a festa 'Baile das Princesas' numa casa de festas na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Este é o terceiro aniversário que Titi comemora ao lado dos pais. Nascida no Malauí, na África, ela foi adotada pelos atores em 2016. Dentre os convidados da festa estão Angélica, Fernanda Rodrigues, Mariana Weickert, Maria Flor, Camila Lucciola, Hugo Gloss, Caio Blat, Laura Fernandez, Juliana Knust,  Fabíula Nascimento e companhia. Maria Flor, filha de Deborah Secco e Hugo Moura, também passou por lá, bem como Sol de Maria, neta de Gilberto Gil, e Ayra e Kyara, filhas de Malvino Salvador. Detalhe para o convite distribuído anteriormente por Bruno e Giovana: 'os meninos podem ir de princesa e as meninas de príncipe, é livre". Segundo o jornal O Dia, o tio de Titi, Thiago Gagliasso sequer foi convidado para a festa, porque segue brigado com seu irmão e sua nora. Em um post no Instagram, Thiago expôs uma mensagem recebida da cunhada, a atriz e apresentadora Giovanna Ewbank, motivada por discordâncias políticas entre os parentes. Thiago apoiava o então candidato presidencial Jair Bolsonaro (PSL). Na mensagem divulgada pelo ator, Giovanna ralha com o cunhado com palavras duras. "Amorzinho, Espero que quando o seu desejo da TV MORTA se realize (pq deve ser isso mesmo) vcs estejam preparados pra: - não ter o apartamento que seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; - não ter ajuda do seu irmão quando você não pagar a escola do seu filho e ele te salvar; - não ter a mesada que seu irmão dá para a sua mãe; - não ter o apartamento de São Paulo do seu irmão para ficar, entre tantas outras coisas [sic]", escreveu Giovanna. Em seu post, Thiago rebateu as acusações. "Já que ela AMA tanto falar da vida pessoal no "AMORES DO GIOH" ! Pq ela não posta isso também la ? A TV, não morreu, apenas não é mais um monopólio de opinião, independente da emissora ! Seja Globo, Record, SBT o que for ! Não é tão difícil de entender... principalmente pra alguém que lucra tanto com a internet né [sic]", escreveu. "Infelizmente não me tornei um dos AMORES DO GIOH ! Mas gostaria muito de lhe informar que - NÃO MORO MAIS NO AP DO MEU IRMÃO ! (E mesmo q morasse, não teria vergonha por não pensar igual a ele, afinal, não somos gêmeos de cérebros, apesar da semelhança física) - liga la na escola do meu filho, pergunta se estou devendo algo! e se precisasse da ajuda dele aceitaria viu! [sic]", continuou. "Mesada pra MÃE?  Eu teria orgulho em poder proporcionar a minha Mãe o que ele faz por ela, o nome disso é GRATIDÃO ! n sei se vc conhece! - APT DO MEU IRMÃO PRA FICAR? Relaxa! Tenho amigos! Que certamente me receberão com o maior prazer! [sic]", escreveu Thiago. "Nunca fui de expor minha vida pessoal, mas infelizmente... foi necessário! Seja BEM VINDO A REALIDADE! [sic]", concluiu o ator.

  • Irã afirma ter derrubado drone americano em seu território; Trump reage
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    AFP

    Irã afirma ter derrubado drone americano em seu território; Trump reage

    O Irã anunciou nesta quinta-feira a derrubada de "um drone espião americano" que teria violado o seu espaço aéreo, advertindo que suas fronteiras constituem uma "linha vermelha", em um contexto de tensão crescente no Golfo, que faz temer a explosão de um conflito aberto entre os Estados Unidos e a república islâmica.

  • Belugas em novo lar!
    AFP

    Belugas em novo lar!

    Duas baleias da espécie beluga fizeram uma viagem épica da China à Islândia. Os animais foram transferidos de um aquário em Xangai, nesta quarta-feira, para um santuário na Terra do Gelo.

  • Em 9 horas no Senado, Moro minimiza crise e admite sair se for provada irregularidade
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    Folhapress

    Em 9 horas no Senado, Moro minimiza crise e admite sair se for provada irregularidade

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em depoimento de quase nove horas no Senado para explicar a troca de mensagens vazadas com o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato, o ministro Sergio Moro (Justiça) admitiu nesta quarta-feira (19) a possibilidade de deixar o posto no governo Jair Bolsonaro (PSL) caso sejam apontadas irregularidades em sua conduta. "Eu não tenho nenhum apego pelo cargo em si. Apresente tudo. Vamos submeter isso, então, ao escrutínio público. E, se houver ali irregularidade da minha parte, eu saio. Mas não houve. Por quê? Porque eu sempre agi com base na lei e de maneira imparcial", disse. Na audiência, Moro afirmou aos senadores estar "tranquilo" e que, se for divulgada pelo site The Intercept Brasil a íntegra das mensagens, "sem adulteração e sem sensacionalismo", "essa correção vai ser observada". Ele chamou o site de "aliado" de hackers. O ministro prestou esclarecimentos à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Ao final da audiência, só havia no plenário parlamentares alinhados à agenda de Moro -e senadores posaram para fotos ao lado do ministro. "Acho que o objetivo maior desta comissão foi alcançado, que é, senão encontrar a verdade, porque cada um tem a sua opinião sobre ela, tentar buscar a Justiça e a verdade. E o fizemos através de um diálogo franco, aberto, equilibrado, democrático, em que soubemos falar, mas principalmente soubemos ouvir", disse a presidente da comissão, Simone Tebet (MDB-MS). Para oposicionistas, Moro acabou submetido a uma sessão amena, com questionamentos sutis da maioria. A fala de Moro sobre eventual saída do cargo foi em resposta ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que questionou a garantia de isenção em possíveis investigações sobre seu papel como juiz da Lava Jato -a Polícia Federal está subordinada ao Ministério da Justiça. Durante evento em Guaratinguetá (interior de SP), Bolsonaro comentou as declarações de seu ministro e disse que não viu "nada de anormal até agora" nas mensagens relevadas pelo Intercept. "Eu também não tenho apego ao meu cargo", disse Bolsonaro, que depois acrescentou: "Qualquer ministro é livre para fazer o que bem entender. O Sergio Moro é um patrimônio nacional, não é do presidente da República". No Senado, Moro afirmou que a crise envolvendo a divulgação das mensagens não é um problema de governo e que tem recebido apoio de Bolsonaro. "Estou no governo e acaba havendo esta transferência." Na sessão, Moro travou embates com senadores petistas e afirmou ainda ser alvo de um ataque hacker que mira as instituições e que tem como objetivo anular condenações por corrupção. Moro se ofereceu para ir à CCJ para esfriar a coleta de assinaturas para a criação de uma CPI para investigá-lo. Nas conversas publicadas pelo site, o ex-juiz sugere ao Ministério Público Federal trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobra a realização de novas operações, dá conselhos e pistas, antecipa ao menos uma decisão judicial e propõe aos procuradores uma ação contra o que chamou de "showzinho" da defesa do ex-presidente Lula. Filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que o governo "nunca cogitou" tirar Moro do cargo. "Isso só passa na cabeça de quem não tem nada na cabeça", disse à Folha. No Senado, o ministro tentou reforçar o discurso de que a crise esperada com a divulgação das conversas não prosperou, já que, para ele, os diálogos não mostram nada mais que a atividade normal de um juiz. Ele citou diversas vezes artigo de Matthew Stephenson, professor de direito em Harvard, cujo título é "O Incrível Escândalo que Encolheu? Novas Reflexões sobre o Vazamento da Lava Jato". O texto, publicado no blog Global Anticorruption, Stephenson elenca motivos pelos quais mudou de opinião sobre a série de reportagens. Ao longo de seu depoimento, Moro repetiu diversas vezes não poder confirmar a veracidade das mensagens, mas relativizou algumas delas, como a que cita o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. O ministro disse não ver problema na mensagem "in Fux we trust" (em Fux confiamos). "Posso ter mandado. Qual o problema de uma mensagem assim? Eu confio no Supremo, confio na instituição", afirmou. Mais tarde, disse: "É algo que posso ter dito, mas não posso afirmar com convicção que, eu tendo dito, foram com aquelas palavras". Moro também negou haver qualquer acordo com o presidente Bolsonaro para que ele seja indicado ministro do STF. "Essa história de vaga no Supremo é uma fantasia. Nunca me prometeu nada. Isso tem que ser discutido lá na frente. Não sei se vou querer, não sei se ele vai me oferecer", disse. No Senado, Moro disse que "as vivandeiras da nulidade" querem a anulação completa da Lava Jato, o que seria, segundo ele, "o sonho de consumo de muita gente que se envolveu na prática destes crimes". O ministro foi alvo de provocações, como quando o senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que era exigir demais que Moro se lembrasse das conversas. "Não exijam muito da memória do ministro. Ele tem péssima memória." Em um tom duro, o senador Cid Gomes (PDT-CE) disse que Moro, enquanto juiz da Lava Jato, tinha postura "de querer aparecer, se colocar como salvador da pátria". Renan Calheiros (MDB-AL) lançou provocações a Moro e disse que não o prejulgaria. "Defendo sua presunção de inocência, o direito de defesa e acho, mais do que isso, que o senhor não está obrigado a responder sobre questões concretas destes vazamentos. Mas são coisas graves."

  • Meghan Markle é a pessoa da família real britânica mais influente no mundo da moda, diz site
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    Meghan Markle é a pessoa da família real britânica mais influente no mundo da moda, diz site

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A família real britânica é inspiração para muita coisa, como costumes, festas e até vestimenta. Quando se busca referências em estilo, não pode-se negar que Meghan Markle, 37, e Kate Middleton, 37, influenciam a forma que muitas mulheres se vestem ao redor de todo mundo. Entretanto, o site britânico de estilo Lyst, especialista em consumo, analisou mais de 20 milhões de pesquisas em toda a web e descobriu que, nos dois últimos anos, a mãe do pequeno Archie se tornou mais famosa e influente que a duquesa de Cambridge. Segundo os dados publicados, as peças de roupa que Meghan Markle usa tem uma média de aumento de procura em 216%, depois que a duquesa de Sussex aparece em público com aquele look. Em contrapartida, os looks de Kate tem crescimento de 116% apenas. O site de consumo revelou ainda um dado curioso. Depois da aparição de cada uma delas, o estilo de pesquisa é diferente. Com Markle, as pesquisas giram em torno da cor de roupa que ela usou. Já com Kate, a busca é voltada para o designer ou para a marca que ela vestiu.

  • Acusado de estelionato, Belo não comparece à delegacia para prestar depoimento
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    Acusado de estelionato, Belo não comparece à delegacia para prestar depoimento

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Acusado de estelionato, o cantor Belo, 45, não compareceu à delegacia para prestar seu depoimento, que estava marcado para o meio-dia desta terça (18), na 42ª DP, no Recreio, zona oeste do Rio. "Vamos determinar outra data para a oitiva", disse o delegado titular, Marcio Petra. Segundo informações do jornal Extra, o cantor teria pedido um empréstimo de R$ 50 mil a uma vítima em 2013, com a intenção de quitar uma dívida, e deveria devolver o valor dentro do prazo de dois meses. O jornal diz que consta no boletim de ocorrência da vítima que ela tentou contato via celular por anos com o cantor, sem nunca receber o pagamento. Sem êxito, ela recorreu à queixa.

  • O dia em que Pabllo Vittar cantou na sede da ONU, em Nova York
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    HuffPost Brasil

    O dia em que Pabllo Vittar cantou na sede da ONU, em Nova York

    Pabllo Vittar foi longe demais

  • 14 tweets que resumem o que a internet sentiu com vídeo das flexões de Bolsonaro e Doria
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    HuffPost Brasil

    14 tweets que resumem o que a internet sentiu com vídeo das flexões de Bolsonaro e Doria

    O presidente Jair Bolsonaroe o governador de Sao PauloJoao Doriaprotagonizaramum dos momentos mais comentados nas redes desta quarta-feira (19)

  • 'Toda boa ditadura é precedida de desarmamento', diz Bolsonaro
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    'Toda boa ditadura é precedida de desarmamento', diz Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - No dia em que o Senado pode derrubar decretos presidenciais, Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que seu governo vai facilitar a vida de quem quiser ter armas em casa mesmo se os textos perderem a validade.  "Toda boa ditadura é precedida do desarmamento. Você vê: o povo venezuelano não tem como reagir. Se tivesse não estaria acontecendo tudo isso que está acontecendo lá", afirmou. Apesar do que diz o presidente, porém, a posse de armas é permitida na Venezuela e o país tem 18,5 armas nas mãos de civis a cada 100 habitantes, mais que o dobro que no Brasil, onde o número é de 8,3 por 100 habitantes, segundo a base de dados do Gun Policy, site ligado à Universidade de Sidney (Austrália). O porte de armas está provisoriamente suspenso no país vizinho desde 2017. Questionado sobre se o governo possui um plano B caso o Congresso derrube os decretos, ele disse que não, mas que sob seu comando a Polícia Federal vai atuar para facilitar o porte de armas.  "Não tem plano B. Olha só, a PF aqui está sob meu comando, eu sou presidente do Brasil. O grande reclamo do pessoal no passado era comprovação da efetiva necessidade. Eu, como presidente, isso vai ser atenuado porque eu vou determinar junto ao ministro Sergio Moro [Justiça] que tem a PF abaixo dele para a gente. Não é driblar, é não dificultar quem quer que queira ter arma em casa", afirmou. Em evento na presença de ruralistas no Planalto nesta terça, Bolsonaro fez novo apelo para que parlamentares "não deixem os decretos morrerem". "Não deixem esses dois decretos morrerem na Câmara ou no Senado. A nossa vida é muito importante. Vocês sabem o quanto é difícil produzir neste país e a segurança tem que estar acima de tudo", afirmou. O plenário do Senado analisa nesta terça um decreto legislativo que tira a validade dos textos assinados pelo presidente. Na semana passada, o governo já sofreu um revés depois que a CCJ (comissão de Constituição e Justiça) aprovou o parecer pela ilegalidade da flexibilização de armas.

  • Por promessa de US$ 9 milhões na internet, americana mata 'melhor amiga'
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    AFP

    Por promessa de US$ 9 milhões na internet, americana mata 'melhor amiga'

    Uma jovem americana foi acusada de organizar o assassinato de sua "melhor amiga", depois que um homem que ela conheceu pela internet ofereceu 9 milhões de dólares para que a mesma cometesse o crime.

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    Folhapress

    Venezuela exportou secretamente toneladas de ouro para a África, diz Wall Street Journal

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, está vendendo suas reservas de ouro como parte de uma operação secreta no leste da África, em um modo de eludir a sanções impostas pelos EUA, afirmou reportagem publicada pelo Wall Street Journal nesta terça-feira (18).  De acordo com o jornal americano, apenas em dois voos no início de março, 7,4 toneladas de ouro com valor de mercado estimado em US$ 300 milhões (R$ 1,2 bilhão) foram transferidas da Venezuela para uma refinaria em Uganda.  O ouro foi embarcado em Caracas em uma aeronave russa fretada e chegou ao aeroporto internacional de Entebbe, segundo o porta-voz da polícia nacional de Uganda, Fred Enanga, diz o WSJ. Papéis que acompanharam a carga identificaram os lingotes como sendo propriedade do banco central da Venezuela, embora em alguns o selo estivesse parcialmente raspado. Para o jornal, a descoberta dos envios expõe um dos elos com a economia global que estão ajudando o Maduro a se manter no poder ao contornar o sistema financeiro internacional oficial.  Os EUA, ao lado de outros 50 países, reconheceram o líder oposicionista Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. Washington vem impondo uma série de sanções financeiras contra autoridades e instituições do país, ameaçando impor penalidades a outros que fizerem negócios com o regime Maduro.  Em meio ao colapso econômico, a exportação de ouro é um dos últimos modos de sobrevivência do regime, afirma o WSJ. A carga de ouro que chegou a Entebbe passou pela refinaria African Gold Refinery (AGR) antes de ser exportada para o Oriente Médio, informou o jornal, tendo como fonte a polícia ugandesa.  O ouro processado pela  AGR acaba sendo usado em cadeias de produção de empresas americanas, entre elas a General Motors, a General Electric e a Starbucks, segundo dados da Securities and Exchange Commission. A gerente geral da AGR, Cherry Anne Dacdac, disse ao jornal que a empresa não processa ouro contrabandeado ou proveniente de conflitos e não quis comentar os envios de março. Segundo ela, a empresa determinou a não aceitação de transações relacionadas à Venezuela em uma reunião em 26 de março.  Entre o fim de 2017 e 1º de fevereiro de 2019, o banco central da Venezuela vendeu ao menos 73,3 toneladas de ouro com valor de mercado estimado em cerca de US$ 3 bilhões (R$ 11,6 bilhões) para empresas de países como os Emirados Árabes Unidos e a Turquia, segundo dados da Assembleia Nacional (oposicionista). Em 1º de novembro do ano passado, a Casa Branca anunciou sanções para impedir a venda de ouro pela Venezuela.  Desde então, segundo políticos da oposição, várias dezenas de toneladas foram retiradas do banco central e exportadas secretamente.  "O regime está raspando o tacho e vendendo qualquer coisa de valor para se manter à tona", afirmou ao WSJ o deputado Ángel Alvarado.

  • 'Tiny Houses', as casas minúsculas que ganham terreno nos EUA
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    AFP

    'Tiny Houses', as casas minúsculas que ganham terreno nos EUA

    É uma pequena revolução no país do gigantismo: cada vez há mais americanos que escolhem viver em "tiny houses", casinhas de menos de 40 m2, por seu preço módico, seu minimalismo e seu menor impacto no meio ambiente.

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    Folhapress

    Bandidos põem fogo em carro com jornalista dentro do porta-malas

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - Vítima de um assalto na cidade de Esplanada, norte da Bahia, o jornalista baiano Jony Torres viveu momentos de terror na noite desta segunda-feira (17), quando foi trancado no porta-malas de seu próprio carro, que foi incendiado pelos bandidos. Torres, que é repórter da TV Bahia, afiliada da Rede Globo no estado, percorria de carro uma área da zona rural de Esplanada, onde tem uma fazenda, quando foi abordado por dois assaltantes que estavam em uma moto. O jornalista ficou cerca de 30 minutos em poder dos bandidos, que entraram no carro e o fizeram dirigir para uma região deserta em meio a plantações de eucalipto. Lá, roubaram a carteira do jornalista, que tinha R$ 400, e insistiram que ele entregasse o seu telefone celular. Torres, contudo, havia esquecido o aparelho na fazenda quando saiu. Irritados por não terem conseguido o telefone celular, os bandidos deram tapas no rosto de Torres, ameaçaram matá-lo e, por fim, trancaram-no dentro do porta-malas do carro. Antes de deixarem o local, os bandidos jogaram combustível no carro e o incendiaram. Torres conseguiu escapar do porta-malas ao destravar o banco traseiro do carro e fugir por uma das portas. Ele não se feriu.  Depois de esconder-se em um matagal, o jornalista foi encontrado por moradores da região, que chamaram a polícia. Em publicação em suas redes sociais, Torres classificou o assalto como o "momento mais difícil" da vida para ele e sua família "Estamos todos muito angustiados, com medo, mas confiantes que este pesadelo vai acabar e o mais rápido possível iremos retomar nossa rotina de vida", disse o jornalista. Ele afirmou estar fisicamente bem, mas destacou que o efeito do terror psicológico praticado pelos assaltantes: "Ainda me tira o sono". Em nota, a Polícia Civil da Bahia informou que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Esplanada, cujos agentes realizam incursões para identificar e prender os autores do crime.

  • Filho de Bolsonaro publica em rede social foto de criança com arma nas mãos
    Notícias
    Folhapress

    Filho de Bolsonaro publica em rede social foto de criança com arma nas mãos

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) compartilhou nesta quarta-feira (19), em suas redes sociais, o vídeo de um menino com um rifle na mão, o que infringe o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). O garoto, que não aparenta mais de dez anos, empunha a arma enquanto dança e canta um funk ("hoje é meu plantão, fé em Deus e nas crianças"). O caçula dos três filhos políticos do presidente Jair Bolsonaro ironiza na legenda: "Esse vídeo provavelmente foi gravado nos EUA ou Suíça, países altamente armados. Ainda bem que estamos no Brasil e aqui além do desarmamento contamos com a proteção de nossos senadores!" Na véspera, o plenário do Senado derrubou os decretos presidenciais que flexibilizam o porte e a posse de armas no Brasil. O ECA estabelece o direito à preservação da imagem e da identidade de crianças e adolescentes. Isso inclui jovens infratores, como especifica um de seus artigos: "É vedada a divulgação de atos judiciais, policiais e administrativos que digam respeito a crianças e adolescentes a que se atribua autoria de ato infracional". Seu pai já havia dito em agosto passado, na campanha eleitoral, que o ECA "tem que ser rasgado e jogado na latrina", pois seria um "estímulo à vagabundagem e à malandragem infantil". A declaração foi dada no mesmo dia em que Bolsonaro segurou uma criança no colo e simulou um revólver com os dedinhos dela. O então presidenciável trouxe o tema à tona para criticar a deputada Maria do Rosário (PT-RS), que o processa por dele ter ouvido que só não a estupraria porque ela não merece. Bolsonaro lembrou que ela votou contra um projeto de lei que reduz a maioridade penal. Na ocasião, seu filho deputado também se manifestou sobre o estatuto que zela por menores de idade. No Twitter, disse que, "se fizessem um plebiscito essa revogação do ECA ganharia com '200% dos votos'!".

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    Agência Brasil

    Messi marca, mas Argentina fica no 1x1 com o Paraguai na Copa América

    Messi marcou um gol e se esforçou demais, mas a Argentina ficou no empate – 1x1 - com o Paraguai em jogo disputado, ontem (19), no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, pela 2ª rodada do grupo B da Copa América.Com o resultado, a Argentina se manteve viva na competição, marcou seu primeiro ponto, mas permanece na última posição da chave, enquanto os paraguaios chegaram a dois pontos e estão na vice-liderança. Como foi o jogoPrecisando da vitória, a Seleção da Argentina começou a partida marcando a saída de bola do Paraguai e tentando roubar a bola nas proximidades da área adversária.E a estratégia deu resultado aos 5 minutos, quando Messi aproveitou falha de Arzamendia para avançar pela esquerda e tentar cruzamento para dentro da área. Contudo, o zagueiro Alonso conseguiu afastar o perigo.Com o passar do tempo o Paraguai começou a avançar suas linhas, e o jogo se concentrou no meio de campo, com as equipes não conseguindo chutar a gol. O jogo estava tão amarrado que nenhuma das duas equipes conseguiu ao menos uma finalização até os 27 minutos.Mas aos 28 minutos os torcedores finalmente viveram um momento de emoção no Mineirão, quando o Paraguai puxou um contra-ataque perigoso. Derlis González avançou pela direita e chutou para o corte do lateral Tagliafico.Aos 30 minutos Lautaro Martínez sofreu uma falta dura do zagueiro Gustavo Gómez na entrada da área do Paraguai. Boa oportunidade para Messi em cobrança de falta. Mas o camisa 10 argentino cobrou fraco para boa defesa do goleiro Gatito Fernández. Foi a primeira chance dos argentinos.Mas quem abriu o marcador foi o Paraguai. Aos 36 minutos, Almirón deu um pique pela esquerda, chegou na linha de fundo e cruzou na medida para Sánchez chegar batendo e vencer o goleiro Armani: Paraguai 1 a 0.Com a vantagem no marcador, o Paraguai ficou mais motivado, enquanto a Argentina continuava com dificuldades, o que obrigava Messi a recuar muito para tentar armar o jogo.Aos 44 minutos houve um lance inusitado. O goleiro Armani avançou até o meio campo para tentar cortar uma bola lançada pelo ataque do Paraguai, mas errou o chute e acabou fazendo uma falta em Derlis González para interromper a jogada. Cartão amarelo para o goleiro argentino.Ao final do primeiro tempo a Argentina tem apenas uma finalização a gol, em cobrança de Messi. Muito pouco para a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni, que até então mostrava muita desorganização em campo.Para tentar mudar o panorama no segundo tempo, na volta do intervalo o treinador argentino optou pela entrada do atacante Kun Agüero no lugar do meio-campo Pereyra.Com a desvantagem no marcador, a Argentina passou a jogar muito adiantado, e ofereceu espaços para o Paraguai contra-atacar. Gol de MessiAos 6 minutos quem apareceu com perigo foram os argentinos. Aguero recebeu na pequena área e cruzou na medida para Lautaro Martínez, que bateu de primeira, mas a bola explodiu no travessão. A bola sobrou para Messi, que, de virada, finalizou forte. Mas o goleiro Gatito Fernández brilhou e espalmou.Mas, logo após o lance, o VAR (árbitro de vídeo) chamou o juiz, que, após muita demora, marcou pênalti a favor da Argentina. Ele constatou que a bola bateu na mão de Iván Piris no momento do chute de Lautaro Martínez.Messi foi para a cobrança, e chutou forte à esquerda do goleiro Gatito para deixar tudo igual no marcador aos 11 minutos do segundo tempo: 1x1.Contudo, quando a Argentina começava a melhorar no jogo, o zagueiro Otamendi fez uma falta infantil no atacante Derlis González dentro da área da Argentina. Pênalti a favor do Paraguai.O próprio Derlis González bateu, mas o goleiro Armani brilhou. Ele pulou do lado certo para fazer uma defesa muito importante.Com o empate no placar o jogo entrou em uma fase menos interessante, com as jogadas concentradas na parte central do campo.A torcida voltou a se movimentar apenas aos 38 minutos, quando Rojas cobrou falta com muita força e obrigou o goleiro Almirón a defesa difícil. Romero aproveitou o rebote para cabecear, mas o árbitro interrompeu a jogada ao marcar impedimento.A partir de então, o Paraguai adotou uma postura defensiva, deixando claro que se satisfazia com o empate. Do outro lado, a Argentina mostrava muita desorganização, o que foi insuficiente para tirar a igualdade do placar.Na próxima rodada a Argentina enfrenta o Catar, enquanto o Paraguai terá a Colômbia como adversário.Ficha técnica: Quarta, 19 de junho de 2019 ARGENTINA 1x1 PARAGUAI Competição: Copa América (2ª rodada – Grupo B) Local: Mineirão, Belo Horizonte. Juiz: Wilton Sampaio (Brasil). Argentina: Armani; Casco, Pezzella, Otamendi e Tagliafico; Paredes, Pereyra (Kun Agüero), Lo Celso e De Paul (Matías Suárez); Messi e Lautaro Martínez (Di Maria). T: Lionel Scaloni. Paraguai: Gatito Fernández; Iván Piris, Junior Alonso, Gustavo Gómez e Arzamendia; Rodrigo Rojas, Sánchez, Almirón (Ortiz) e Matías Rojas; Derlis González (Juan Escobar) e Santander (Romero). T: Eduardo Berizzo. Gols: No 1º tempo: Sánchez (36). No 2º tempo: Messi (11).*Fábio Lisboa é jornalista e comentarista esportivo dos programas da TV Brasil Stadium e No Mundo da Bola

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    Jesus Cristo era preto e defensor dos direitos humanos

    Para o feriado de Corpus Christi, o Alma Preta entrevistou um católico e um evangélico, ambos negros e defensores dos direitos humanos; Para eles, é preciso reconhecer a identidade racial de cristo e não aceitar o uso da palavra de Deus para discursos e práticas violentas

  • Roberto Menescal, ícone da bossa-nova, aguarda nova explosão musical
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    Roberto Menescal, ícone da bossa-nova, aguarda nova explosão musical

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Aos 81, Roberto Menescal, um dos compositores mais importantes da bossa nova, continua compondo, fazendo shows e gravando discos. Enquanto revisita os seus clássicos, como "O Barquinho" e "Você", ele se diz feliz com seu atual momento. Para ele, a MPB está longe das rádios, que agora tocam o que realmente "é a cara do Brasil", mas diz acreditar que algo grandioso ainda está por vir.  Em shows mais intimistas pelo Brasil, ele divulga o CD/DVD "Roberto Menescal 80 anos", que tem 17 artistas convidados, entre os quais Jorge Vercillo, Zé Renato, Lenine e Fernanda Takai. Foram eles que ajudaram Menescal a escolher as canções, até porque não seria fácil escolher. "Descobri recentemente que eu tenho mais de 700 músicas gravadas, eu não fazia ideia", conta Menescal.  Cada artista convidado lembrou uma música, que nem ele mesmo se recordava, e começou a escrever novos arranjos. "Lenine resgatou uma música que fiz quando a minha filha nasceu, então, já pensei em algo que tivesse a cara dele", explica o compositor sobre "Adriana". "Outras canções já não mudam tanto. Lenny Andrade cantou 'Rio' a vida inteira. Com essa variedade de ritmos, chegamos a um resultado bacana", diz Menescal. Fernanda Takai, que já gravou uma versão de "O Barquinho" em japonês, é a voz da faixa que teve mais de 2.000 gravações em todo mundo. Segundo Menescal, esse levantamento foi feito em 2001, e "hoje já deve ter passado de 3.000". "O meu 'Barquinho' é a 'Garota de Ipanema' de Jobim, e o 'Samba de Verão', de Marcos Valle", compara.  Gravado no ano passado, o álbum só saiu após os 81 anos de Menescal. "Não tem problema, agora já começo a pensar em como celebrar os 90", diz, animado. O disco comemorativo reflete o momento em que vivemos, porque "estamos em tempo de revisão". "Tudo aconteceu no século passado. A tropicália, a bossa nova, o rock, a jovem guarda. Tudo floresceu. Agora, as coisas estão caladas, então revemos tudo em documentários, livros e filmes. Estamos nesse momento de revisão ou em uma fase de pré-novo movimento", afirma o músico. Para Menescal, não será nos primeiros 20 anos desse século que algo totalmente novo surgiria. "É preciso mais tempo." Ele afirma que acompanha tudo que é feito, mas estranhou o resultado da série "Coisa Mais Linda", da Netflix. "Com esse título, era para ser mais feliz. É muito dramática, não tem a ver com o que a gente era", diz Menescal, ao lembrar que foram eles que vieram deixaram mais leve e mais otimista o samba-canção, gênero que precedeu a bossa nova. "Mas valeu, eles tocaram nossas músicas e a série foi superbem!" Junto aos seus clássicos, Menescal conta que não para de criar ao lado dos parceiros de sempre, como Marcos Valle, João Donato e Carlos Lira. "Tivemos uma onda de bossa nova na qual as nossas músicas eram gravadas e iam para a rádio." Passaram por isso a MPB, o rock, nos anos 1980 e início dos 1990. "Agora as coisas populares tomaram conta, como o sertanejo, o pagode e o funk, e está certo, porque essa é a cara do Brasil, está perfeito", afirma o cantor.  As novas canções do artista são apresentas nos shows, em meio aos clássicos que todos querem ouvir. "Continuo trabalhando muito, hoje ainda mais, porque tem uma turma que não gosta de participar de shows de 50 mil pessoas. Fiz cinco shows pequenos em São Paulo no Blue Note, com a casa lotada." Projetos novos também estão na agenda do músico. Com Rodrigo Santos, guitarrista do Barão Vermelho, ele vai gravar "Cazuza em Bossa" e ainda tem trabalhos com Fernanda Takai, Leila Pinheiro e com o filho, Marcio Menescal, músico da banda Bossacucanova.

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    Agência Brasil

    Ciclone extratropical deixa mais de 8 mil uruguaios desalojados

    A passagem de um ciclone extratropical no Uruguai ontem (19) deixou 8.774 pessoas desalojadas devido às chuvas e aos ventos fortíssimos. De acordo com o último boletim do Sistema Nacional de Emergencias (Sinae), os ventos de mais de 100 km/h afetaram fortemente oito municípios uruguaios. A localidade mais afetada foi Durazno, onde estão 70% das pessoas desabrigadas.A Direção Nacional de Polícia de Trânsito informou que 10 estradas nacionais estão interrompidas. Mais de 7 mil pessoas estão sem luz no interior do país, devido às inundações. Mais de 660 pessoas ficaram sem luz na capital, Montevidéu, devido aos fortes ventos que provocaram danos nas redes elétricas.Há 390 militares trabalhando nas regiões mais afetadas, com 33 veículos terrestres e aquáticos.O Instituto Uruguaio de Meteorologia (Inumet) prevê tempo bom para hoje (20), com céu nublado em todo o país. A temperatura mínima será de 8°C e a máxima de 16ºC. Os ventos já não serão tão fortes como ontem, estabilizando-se em torno de 25km/h. Não há previsão de chuvas até o próximo sábado.