Vigilância Sanitária fecha 11 estabelecimentos na cidade de SP por aglomerações

RENATO FONTES
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SÃO PAULO SP, 01.02.2021 - Mesmo com a presença da Polícia Militar e GCM, público se aglomera no Largo do Arouche, na Rua Vieira de Carvalho, no centro de São Paulo. (Foto: Bruno Santos/Folhapress)
SÃO PAULO SP, 01.02.2021 - Mesmo com a presença da Polícia Militar e GCM, público se aglomera no Largo do Arouche, na Rua Vieira de Carvalho, no centro de São Paulo. (Foto: Bruno Santos/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Vigilância Sanitária estadual, sob gestão João Doria (PSDB), afirmou ter fechado 11 estabelecimentos e aplicado 22 multas após flagrantes de desrespeito às normas da quarentena na capital entre sexta-feira (12) e sábado (13), dias antes do início do Carnaval.

De acordo nota enviada pela pasta, bares, baladas e festas clandestinas foram autuados por infringirem determinações do Plano São Paulo. No total, a vigilância fez 62 inspeções.

O ponto facultativo do Carnaval foi cancelado tanto pela Prefeitura de São Paulo, gestão Bruno Covas, quanto pelo governo do estado.

Ainda segundo a nota, a Secretaria Estadual da Saúde mobilizou cerca de 1.000 agentes da Vigilância Sanitária nas operações para verificação do uso de máscaras e o respeito às orientações para evitar aglomerações nos estabelecimentos comerciais. "As ações ocorrerão em todas as regiões do Estado no decorrer da semana de Carnaval", diz trecho do texto.

De acordo com o governo, o estabelecimento comercial que descumprir as regras do Código Sanitário estará sujeito a multa de até R$ 290 mil.

Pela falta do uso de máscara, a multa é de R$ 5.278 por cada infrator. Pessoas em espaços coletivos também podem ser multadas em R$ 551 por não usarem da proteção facial.

O balanço acumulado da ação de Carnaval será divulgado na quarta-feira.