'Vilões' do 'Big Brother Brasil' criticam jogo de Karol Conká, líder da semana: 'É um trem sem freio'

Luana Santiago e Leonardo Ribeiro
·3 minuto de leitura

Dizem que quanto mais alta a subida, maior será a queda... Mas será que a regra se aplica à Karol Conká? Depois de escapar do paredão do último domingo na prova Bate e Volta, a cantora se consagrou, na quinta-feira, líder da semana do “Big Brother Brasil 21”. A soberania — e, consequentemente, a imunidade — da curitibana veio justamente num momento em que o público clama por sua eliminação nas redes sociais.

— É o famoso ditado: dê poder a alguém para conhecê-la realmente. Agora que Karol pegou o líder, danou-se. Até a próxima quinta-feira vai ser um show de horrores. Mas a liderança agora pode significar um tombo maior lá na frente — aposta Felipe Cobra, rival de Diego Alemão no "BBB 7": — Quando Karol for ao paredão, vai bater a rejeição da galera (risos). Se ela não sair com, pelo menos, 97%, não sei o que está acontecendo.

Participante com maior porcentagem de votos em um paredão triplo (94,26%), Patrícia Leitte, do "BBB 18", não vê a hora de passar a coroa de ''rainha da rejeição'' para outra pessoa:

— Acho que a Karol tem cara de "Rainha da rejeição". Porque, sinceramente, acho meu título incoerente. No "BBB 18", eu não fiz comentários homofóbicos, racistas, xenofóbicos, nem pratiquei abuso psicológico. Eu apenas joguei. Isso é aceitável. Tracei uma estratégia de jogo para colocar alguém que considerava forte no paredão. No caso, a Gleici (Damasceno). E ela acabou vencendo a edição, não é? Então eu estava certa... Mas sofri muitos ataques por isso. Já o cancelamento da Karol não é apenas sobre o jogo. Ele envolve outras questões, por causa das declarações sobre a Juliette ser menos educada por ser nordestina, as atitudes com o Lucas (Penteado, que desistiu do jogo após se assumir bissexual), a briga com a Carla Diaz e com o Arcrebiano (affair da cantora eliminado na última terça-feira). Foi uma soma de tudo. Ela foi para o lado mais pesado. É um trem sem freio.

Mas se a artista continuar tendo sorte nas próximas semanas, pode ser que ela vire o jogo e reconquiste a simpatia dos espectadores. Ao menos é nisso que acredita Rogério Padovan, que ficou conhecido como Doutor Gê após participar do “BBB 5’’:

— Sabemos que a primeira impressão é a que fica, mas o brasileiro tem memória curta. Se ela começar a jogar bonitinho, vai reverter a situação. Depois do “BBB”, Karol consegue se redimir se encarar a rejeição com uma cabeça boa. Eu torço por isso, não quero que fique mal. Mas ela tem que se ajudar fazendo algo positivo, diferente do que vem mostrando até agora.

Para Lucas Gallina, do “BBB 20”, 'algo diferente' seria parar de trazer pautas sociais para as brigas que anda comprando desde a primeira semana do reality:

— Eu acho que ela entrou no “BBB” errado. Se Karol fosse do “BBB 20”, sairia campeã porque o discurso que ela prega tinha muito espaço. No “BBB 21”, quem está nessa vibe está pagando de vilão. Vejo isso acontecendo com ela, Fiuk e Nego Di. Militar o tempo todo acaba enfraquecendo a bandeira.