Violência se espalha pelo centro econômico da África do Sul após prisão de Zuma

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JOHANESBURGO (Reuters) - Lojas foram saqueadas durante a noite, um trecho da rodovia M2 foi fechado e manifestantes empunhando bastões marcharam pelas ruas de Johanesburgo neste domingo, enquanto os atos esporádicos de violência após a prisão do ex-presidente sul-africano Jacob Zuma se espalham pelo principal pólo econômico do país.

A agitação havia se concentrado principalmente na província natal de Zuma, KwaZulu-Natal (KZN), onde ele começou a cumprir uma sentença de 15 meses por desacato ao tribunal na noite de quarta-feira.

A sentença de Zuma e a subsequente prisão foram vistas como um teste para saber se a nação pós-apartheid consegue aplicar a lei de forma justa --mesmo contra políticos poderosos-- 27 anos depois que o Congresso Nacional Africano (ANC) tirou do poder os governantes da minoria branca para inaugurar a democracia no país.

Mas a prisão irritou os apoiadores de Zuma e expôs rachas dentro do ANC.

A polícia afirma que os criminosos estavam aproveitando a raiva para roubar e causar danos. O órgão de inteligência nacional NatJOINTS advertiu que aqueles que incitam violência podem enfrentar acusações criminais.

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