Vitor Kley lança clipe com participação da namorada e entrega apelidinho carinhoso

Carolina brinca com o gato

“Tem gente que tá perto e nem sente perto do que a gente sente”. A frase que Vitor Kley escreve numa folha de papel no final do clipe da música “O amor é o segredo” é um recado para a namorada, a atriz portuguesa Carolina Loureiro. A morena participa do vídeo lá do outro lado do Atlântico, mostrando momentos caseiros pela tela do computador. Do lado de cá, Kley canta, brinca com o cãozinho de estimação e reclama de saudade de sua “Preta”, em tempos de distanciamento social por conta do novo coronavírus.

— Parece que estamos vivendo um filme. E o que tenho a oferecer é a música. Quero que ela ajude a alimentar de coisas boas as pessoas. Como não posso abraçar a todos que estão recolhidos, “O amor é o segredo” é um abraço a todo mundo que está em casa, e uma afirmação de que vamos passar por isso — afirma o louro.

O cantor abre o vídeo em conversa com a portuguesa, dizendo que não poderia encontrá-la por conta da pandemia viral, e expressa o amor através da canção, primeiro single de seu novo álbum, que terá o nome de “A bolha”. “Um dia me disseram que nada vai adiantar / Que o mundo tá perdido e não sai do lugar / Pena de quem acreditou / Se a gente existe, ainda existe o amor / Então eu te quero muito bem / Quero te amar sem medo / Sorrir sem saber por quê / O amor é o segredo que falta a gente entender”, diz a letra da canção, que “tem um negócio diferente, tem algo inexplicável, que fez as pessoas que a escutaram em primeira mão se encantarem, segundo o artista.

— É hoje a favorita na minha família, da Carol (namorada), meu irmão chorou, eu chorei, até o Rick (Bonadio, produtor) se emocionou — conta o músico.

O trabalho foi conduzido no estúdio caseiro de Rick Bonadio, que produziu e dirigiu artisticamente o disco (junto a Renato Patriarca), além de fazer arranjos, tocar piano, baixo etc.

— Entramos num’A Bolha, com a filhinha dele recém-nascida em casa, um alinhamento total de planetas entre ele e eu que trouxe uma verdade gigantesca para todo o disco — explica Kley, acrescentando: — (O álbum) retrata bem quem sou, o cara que toca violão de (cordas de) nylon em casa, que usa acordes de sétima para um lance mais MPB, pega a guitarra e curte tocar um rock´n´roll de duas notas.