Volkswagen Passat deixa de ser vendido no Brasil

br.info@motor1.com (Nicolas Tavares)
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VW Passat 2018
VW Passat 2018

Sedã era o mais caro da marca e vinha da Alemanha, com preço próximo dos R$ 170 mil

Silenciosamente, a Volkswagen fez uma mudança importante em sua linha, retirando o seu sedã mais caro. O Volkswagen Passat não é mais vendido, encerrando sua importação após cinco anos. Importado da Alemanha, o carro estava em sua oitava geração e esperava pela reestilização que foi lançada na Europa em 2019. Oficialmente, a marca confirma o fim do Passat, justificada pela alta desvalorização do real.

O Volkswagen Passat era um dos poucos sedãs grandes de marcas generalistas no Brasil, junto com Honda Accord, Hyundai Azera e Toyota Camry. O Ford Fusion estava nessa lista, mas deixou de ser vendido no país em maio, antecipando o encerramento da sua produção no México, que aconteceu agora no começo de agosto.

Por vir importado da Alemanha e pelo seu posicionamento como um dos modelos mais carros da Volkswagen, o Passat era oferecido somente na variante topo de linha Highline, com o máximo de equipamentos possíveis, como controle de cruzeiro adaptativo, central multimídia de 9,2” com comandos por gestos, painel digital, ar-condicionado de três zonas e mais. Seu único opcional era o teto solar.

Mais sobre o Volkswagen Passat:

A mecânica era formada pelo conhecido motor 2.0 TSI de quatro cilindros, gerando 220 cv a 4.500 rpm e 35,7 kgfm de torque a partir de 1.500 rpm, abastecido somente com gasolina. Sua transmissão era a automatizada DSG de dupla embreagem e 6 marchas, enviando a potência para as rodas dianteiras.

VW Passat 2018
VW Passat 2018
VW Passat 2018
VW Passat 2018

Apesar do fim das vendas do Passat neste momento, ele pode retornar ao Brasil no futuro. A marca tem planos de oferecer mais elétricos e híbridos no nosso mercado e o Passat GTE, versão híbrida do sedã, é cotado como um dos eletrificados, assim como o Tiguan eHybrid e o novo Golf híbrido plug-in. No entanto, com o aumento do dólar, a marca pode esperar um pouco antes de importar o sedã ao país.

Fotos: divulgação e Motor1.com