Volta de Rodrigo Caio ao Flamengo reabre diálogo sobre renovação

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O emocionante retorno de Rodrigo Caio ao Flamengo quase cinco meses após sua última partida abre um assunto pendente. O zagueiro de 28 anos, cujo contrato termina no fim de 2023, teve a renovação previamente acordada antes da cirurgia no joelho, no fim do ano passado. Agora, a diretoria e o empresário do atleta, Nick Arcury, pretendem retomar o diálogo com a diretoria rubro-negro com o objetivo de ampliar o vínculo do zagueiro.

Para isso, o Flamengo precisará definir se seguirá com 60% de Rodrigo Caio, ou se compra os 30% do São Paulo e os 10% restantes que pertencem ao próprio jogador. O camisa 3 é dos poucos da geração campeã em 2019 que não teve valorização.

"A ideia é estender o contrato, ter reajuste salarial e o jogador ficar à disposição. Por tudo que ele vem fazendo nos últimos anos, foi feito isso com todos os jogadores que estão há mais tempo no clube, e o Rodrigo faz parte, começamos a conversar e no momento certo, se a gente chegar em uma situação em que todos fiquem satisfeitos, a gente finalizar porque o Rodrigo é muito feliz com a camisa do Flamengo", afirmou o agente ao Ge, no fim de 2021.

Depois da estreia na temporada 2022, na quarta-feira passada, contra o Altos-PI, pela Copa do Brasil, Rodrigo Caio teve a sequência avaliada pelo técnico Paulo Sousa. A volta será gradual. Primeiro, foram 45 minutos. Amanhã, diante do Ceará, pelo Brasileiro, dependerá do treinamento de hoje e avaliações.

— Temos várias fases que determinamos desde o princípio da recuperação. A última fase é a integração em competição, que é das mais complexas, sobretudo quando temos jogadores que estão muito tempo sem jogar — disse Paulo Sousa.

Rodrigo Caio não escondeu a felicidade e revelou o drama pelo qual passou.

— O ano de 2021 foi muito difícil para mim. Segurei o máximo porque eu não queria ficar fora dos jogos. E eu levei o meu corpo ao maior limite possível. Paguei esse preço. Em algum momento eu achei que era mais forte do que a dor, e a gente não é mais forte que a dor. Hoje eu entendo que a gente tem um limite e precisa respeitar esse limite — explicou o zagueiro após a partida de quarta-feira.

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