Voto de Flávio Bolsonaro na PEC Emergencial irrita policiais, que criticam Bolsonaro

CAMILA MATTOSO
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BRASÍLIA, DF, 04.03.2021- PEC-EMERGENCIAL: Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, e senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019 - Votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial, que destrava uma nova rodada do auxílio emergencial, mas estabelece um teto de R$ 44 bilhões para pagamento do benefício no Senado Federal, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (4). (Foto: Raul Spinassé/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 04.03.2021- PEC-EMERGENCIAL: Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, e senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019 - Votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial, que destrava uma nova rodada do auxílio emergencial, mas estabelece um teto de R$ 44 bilhões para pagamento do benefício no Senado Federal, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (4). (Foto: Raul Spinassé/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A FenaPRF (Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais) reagiu nesta quinta-feira (4) a orientação dada pelo governo de Jair Bolsonaro para que sua base votasse contra emenda do senador Marcos do Val (Podemos) que deixava os policiais fora da PEC Emergencial.

Em nota, a FenaPRF diz que o governo foi contra a valorização dos profissionais de segurança pública.

Para os policiais, o apoio do governo Bolsonaro, inclusive com o voto do senador Flávio Bolsonaro contra a emenda, mostra que a “segurança pública parece ser utilizada apenas como uma bandeira eleitoreira”.

No entendimento dos policiais rodoviários, mesmo sendo uma bandeira de Bolsonaro, não há no governo “uma política verdadeira de valorização” dos agentes de segurança pública.

A PEC Emergencial estabelece em seu texto, aprovado no Senado, uma série de proibições para contratação de pessoal, realização de concursos, reestruturação de carreira, aumento salarial e promoção funcional quando o governo passa por problemas fiscais.