'Vou tapar o nariz e votar em Bolsonaro', diz Abraham Weintraub

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O então ministro da Educação participa de ato em apoio ao presidente Bolsonaro. (Foto: Andre Borges/NurPhoto via Getty Images)
O então ministro da Educação participa de ato em apoio ao presidente Bolsonaro. (Foto: Andre Borges/NurPhoto via Getty Images)
  • Ainda assim, ex-ministro diz acreditar que presidente e seus filhos são envolvidos em corrupção

  • Weintraub ainda fez ataques a Lula: 'entidade do mal'

  • Bolsonaro seria um 'bonachão' que se 'corrompeu com o poder'

O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub (PMB) afirmou que suspeita que o presidente Jair Bolsonaro (PL) e sua família estejam envolvidos em um esquema de corrupção. Ainda assim, diz que vai “tapar o nariz e votar no Bolsonaro”.

“Eu odeio ladrão, odeio corrupto, tenho nojo dessas pessoas. Começou a ter fortes indícios de corrupção e sinais de enriquecimento de membros da família Bolsonaro. A porrada que mais me machucou foi quando eu via casa de Flávio Bolsonaro e do Renan Bolsonaro. O grande tapa na cara foi a viagem que o Flávio fez para Mônaco para assistir o Grande Prêmio [de Fórmula 1]”, declarou ao portal Metrópoles.

Weintraub também teceu críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Partido dos Trabalhadores, que teriam cometido corrupções “bilionárias”, em sua opinião, que seriam muito piores que a de Bolsonaro.

“Reviraram o lixo do Lula e encontraram vinhos de R$ 3 mil no dia-a-dia . Ele dando tchau e ele tinha um relógio de ouro. Ele é uma entidade do mal, com poderes sobrenaturais. O Bolsonaro é um vizinho que é bonachão, engraçado e que se corrompeu quando teve acesso ao poder (…). Não considero ele tão mal quanto o Lula”, compara.

Para ele, Ciro Gomes (PDT) se aproxima mais de Lula que de Bolsonaro.

“Eu nunca votei no PT na minha vida. Ciro Gomes, para mim, não chega a ser tão ruim quanto o PT, mas muito próximo. Vou tapar o nariz, porque não anulo voto, e vou votar no Bolsonaro, mas sabendo o que ele é, o que aquela família representa. No segundo turno, a mesma coisa. Não estou recomendando voto e nem vou pedir voto para Bolsonaro. Se fosse Alckmin e Lula, eu taparia o nariz e daria o voto ao ‘merendeiro'”, disse.

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