Weintraub depõe à PF em inquérito das fake news

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The new Brazilian Education Minister Abraham Weintraub delivers a speech during his appointment ceremony at Planalto Palace in Brasilia, on April 9,  2019. - Weintraub replaces Ricardo Velez, who was fired after three months of management marked by controversy and setbacks. (Photo by EVARISTO SA / AFP)        (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Weintraub durante sua cerimônia de posse no Ministério da Educação, no dia 9 de abril de 2019 (EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

O ministro Abraham Weintraub (Educação) prestou depoimento à Polícia Federal, em Brasília, na manhã desta sexta-feira (29). O depoimento de Weintraub faz parte da investigação que a PF faz sobre o inquérito das fake news, aberto no início desta semana pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a TV Globo, o depoimento de Weintraub teve como motivo esclarecer a declaração do ministro durante a reunião ministerial do dia 22 de abril, em que ele chama os ministros do STF de “vagabundos” e diz: "Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF".

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O ministro da Justiça, André Luiz Mendonça, chegou a entrar com um habeas corpus preventivo no STF para impedir o depoimento de Weintraub, algo indesejado pelo Governo Bolsonaro. Segundo Mendonça, a apuração sobre ameaças à Corte não tem relação com fala de ministro da Educação.

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Na última quarta (27), como parte da investigação do inquérito das fake news, a Polícia Federal cumpriu 29 mandatos de busca e apreensão contra pessoas em cinco estados - Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina - e no Distrito Federal. Além disso, seis deputados federais - Bia Kicis, Carla Zambelli, Daniel Lúcio, Filipe Barros, Geraldo Junio e Luiz Phillipe de Orleans e Bragança - foram intimados a depor à PF.

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