WhatsApp Web ganha suporte para vídeos Picture in Picture

Felipe Demartini

A exibição de vídeos Picture in Picture finalmente chegou à versão web do WhatsApp. O recurso, já disponível no iOS e Android, deu as caras na edição para navegadores nesta segunda-feira (28), funcionando de maneira semelhante ao mobile, com os vídeos sendo exibidos em uma janela própria e manipulável sobre as conversas correntes, sem que seja preciso abrir uma nova tela para isso.

O recurso funciona tanto para clipes enviados entre usuários quanto para links enviados a partir do YouTube ou outros serviços de vídeo. Dá para continuar conversando enquanto se assiste e a janela PIP é totalmente controlável em tamanho e posição, podendo ser jogada para os cantos da tela ou colocada no local que o usuário quiser. Comandos tradicionais como pausar, a barra para avançar e retroceder ou o botão que reproduz o conteúdo em tela cheia continuam em destaque.

Modo PIP chega ao WhatsApp Web depois de dar as caras em versões mobile do mensageiro (Imagem: Reprodução/Android Police)

De acordo com o WhatsApp, a ideia é agregar mais tipos de conteúdo ao recurso. Vídeos do Instagram e Facebook, por exemplo, também devem ganhar o recurso PiP em breve, com outros serviços de vídeo sendo adicionados ao rol na medida em que o tempo for passando. No momento, os usuários ainda verão uma mensagem de erro e terão que recorrer a uma nova aba para reproduzir clipes a partir de tais fontes.

A novidade está sendo liberada aos poucos e não exige acesso à Beta do WhatsApp, estando disponível para todos os usuários da versão 0.3.2041, que é a mais recente. Caso você não esteja vendo o recurso em seu navegador, a recomendação é limpar o cache e reiniciar o browser para que a novidade seja habilitada e passe a funcionar de forma automática.

Fonte: Canaltech

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    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Ministério Público Federal suspeita que o deputado federal Pedro Paulo (DEM-RJ) direcionou a contratação de uma empresa de Jonas Suassuna, sócio de um filho do ex-presidente Lula, para a execução de serviços da Prefeitura do Rio de Janeiro. O suposto favorecimento teria ocorrido quando o parlamentar ocupava a Secretaria Municipal da Casa Civil, em 2011, na gestão Eduardo Paes (MDB). O Tribunal de Contas do Município aponta ainda indícios de superfaturamento num desses contratos. A Gol Mobile, de Suassuna, foi subcontratada pela Oi e pela Contax (à época ligada ao grupo da tele) para executar serviços da Central 1746 -serviço de queixas da prefeitura. Eles consistiam em enviar mensagens a pessoas que entrassem em contato com a central para informá-las sobre o atendimento das reclamações. Também previa a criação de aplicativos e melhorias visuais na plataforma. O deputado negou direcionamento à Gol Mobile e disse não conhecer o filho de Lula. A PF aponta como indício um email localizado na caixa de Suassuna, cujo sigilo foi quebrado com autorização da Justiça, em que um funcionário de Pedro Paulo afirma que o então secretário "solicitou a parceria com a Gol Mobile" para a execução do serviço. A mensagem foi enviada em fevereiro de 2011 para funcionários da Contax e do município --entre eles Pedro Paulo-- para preparar o lançamento do serviço do 1746. Ela foi reencaminhada para Jonas. Os contratos com o município só seriam assinados em julho e outubro daquele ano. Foram assinados dois documentos para cada serviço: um para TI, firmado pela Contax, e outro para envio de SMSs, pela Oi. De acordo com a Procuradoria, a empresa de Jonas recebeu R$ 10,9 milhões por esses serviços entre 2011 e 2014. Embora tenha sido a tele a firmar o acordo com o município, era a empresa de Suassuna quem executava e ficava com a maior parte do pagamento referente aos SMSs. Planilhas das duas empresas indicam que a firma do empresário recebeu 51,3% do total pago pelo município e 76% do líquido recebido pela Oi -após desconto de impostos. Os repasses fazem parte dos R$ 132 milhões transferidos pela Oi a empresas de Suassuna e Fábio Luis Lula da Silva sob investigação na Operação Mapa da Mina, deflagrada na terça (10). A suspeita é que o dinheiro tinha como objetivo o pagamento de despesas da família do ex-presidente. Uma parte teria sido usada na compra do sítio de Atibaia, cuja reforma gerou condenação de Lula. Ex-diretor do Grupo Gol, Marco Aurélio Vitale afirmou à Folha de S.Paulo em outubro de 2017 que o serviço foi obtido pela empresa de Suassuna por "indicação puramente política". "Quando algum desses pagamentos não acontecia, eles buscavam a interferência do Lula junto ao [ex-prefeito] Eduardo Paes", disse ele. A Folha de S.Paulo revelou há dois anos que o TCM-RJ apontou suspeita de superfaturamento no serviço. O município pagou R$ 0,39 por SMSs enviados a usuários da Central 1746, enquanto havia outro acordo em vigor na prefeitura pelo mesmo serviço, que custava R$ 0,05 por mensagem. Chamou a atenção dos auditores o fato de a prefeitura pagar valores idênticos para períodos diferentes num serviço de demanda "aleatória". Foi o que ocorreu entre outubro e dezembro de 2011 e entre janeiro e fevereiro de 2012. Para cada um desses intervalos a Oi recebeu R$ 899.999,98, o equivalente a 2,3 milhões de SMSs em cada período. Vitale diz que a Oi cobrou da prefeitura por SMSs não disparados. Planilha encaminhada por Suassuna a funcionários mostra que foram enviadas 709,8 mil mensagens no primeiro ano de contrato. O município pagou por 8,7 milhões de SMSs, mais do que os 6 milhões de habitantes do Rio. OUTRO LADO O deputado Pedro Paulo afirmou que "quem define eventual subcontratação são as próprias empresas que vencem as licitações". "Não há nenhum documento sequer, nas 233 páginas da representação e seus anexos, que diga que fui responsável por qualquer subcontratação no projeto 1746. Nos emails juntados, verificam-se apenas cobranças de trabalho, resultados e datas dos meus subordinados em relação aos prestadores de serviços", disse. "Não conheço Lulinha e nunca tive reunião com ele. Cabe ressaltar que nem a Polícia Federal e nem o MPF solicitaram prosseguimento de qualquer investigação em relação a minha conduta." Procurado, Suassuna não se manifestou. Há dois anos, ele afirmou não ser o responsável pelos termos do acordo entre Oi e Prefeitura. "Eu não controlo a prefeitura. Eu sei o que eu disparei [de SMS], cobrei e recebi. Não controlo isso." A Oi afirmou, em nota, que tem colaborado com as investigações em curso e que estabeleceu novos padrões de governança em seu plano de recuperação judicial, aprovado em dezembro de 2017. O ex-presidente Lula disse que o Ministério Público Federal recorre a "malabarismos" para o atingir, perseguindo sua família. Paes negou na ocasião qualquer ato do petista em favor da empresa. A defesa do filho de Lula ainda não se manifestou sobre a Operação Mapa da Mina.

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    Bolsonaro diz que deve vetar pena maior para crime contra honra na internet

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