Zidane revela que jogou lesionado na Copa do Mundo de 2006

Em seu aniversário de 50 anos, Zidane revelou bastidores da partida contra o Brasil naquele Mundial.
Em seu aniversário de 50 anos, Zidane revelou bastidores da partida contra o Brasil naquele Mundial. Foto: (EMPICS Sport - PA Images via Getty Images)

Um grande trauma de torcedores brasileiros foi revirado nesta quinta-feira. Ao conceder entrevista ao jornal francês L'Équipe, o ex-jogador e atualmente treinador Zinedine Zidane recuperou, em sua memória, a sua atuação nas quartas de final da Copa do Mundo de 2006, disputada na Alemanha, contra o Brasil.

Além de ter dado um chapéu em Ronaldo Fenômeno, cobrado a falta que originou o gol de Thierry Henry e deixado Lúcio e Gilberto Silva no chão, o craque francês revelou que estava lesionado naquela partida e que não tinha condições de jogo: "Na verdade, eu me machuquei contra a Espanha (nas oitavas de final). Eu me machuquei marcando o terceiro gol no final da partida. Eu tenho um caroço na minha coxa. Quase ninguém sabia. Fiz exames, e dizem que não vou jogar contra o Brasil... Eu digo: ‘O quê? Está fora de questão que eu não possa jogar contra o Brasil!'. A equipe médica fez de tudo para eu jogar porque eu queria muito jogar esse jogo. E eu joguei! Cada jogo podia ser o meu último. Eu tinha tanto isso na cabeça que era impossível não jogar contra o Brasil. Eu queria aproveitar cada segundo".

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Realizando uma de suas últimas partidas como jogador profissional, já que Zidane aposentou as chuteiras após a realização da Copa do Mundo da Alemanha, o então atleta de 34 anos queria viver todos os momentos possíveis e fez o sacrifício de atuar lesionado.

Já sobre a possibilidade de treinar a Seleção da França, Zidane deixou claro que tem o forte desejo e que aguarda o momento certo: "Eu quero, claro. Espero, um dia. Quando? Não cabe a mim. Mas quero fechar o círculo com a seleção da França. Conheci esta seleção francesa como jogador. E essa é a melhor coisa que já me aconteceu! (Põe a mão no coração.) Sério! É o auge. E assim, como vivi isso e hoje sou treinador, a seleção da França está firmemente enraizada na minha cabeça".

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